MANUAL DE BIOSSEGURANÇA PARA SALÕES DE BELEZA

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MANUAL DE BIOSSEGURANÇA PARA SALÕES DE BELEZA
MANUAL DE
BIOSSEGURANÇA PARA
SALÕES DE BELEZA
2
Sumário
Apresentação................................................................................03
Doenças transmissíveis................................................................04
Micoses.........................................................................................06
Cuidado com os instrumentais.....................................................07
Processo de esterilização.............................................................09
Escovas progressivas...................................................................12
Depilação......................................................................................14
Estética.........................................................................................15
Bronzeamento Artificial.................................................................16
Dicas ............................................................................................18
Bibliografia....................................................................................19
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Apresentação
Este manual tem o objetivo de trazer aos profissionais da beleza
(cabeleireiros, manicures, pedicures, etc.), informações importantes sobre
os procedimentos e condutas adequadas para o processo de esterilização
e descontaminação de seus instrumentos de trabalho.
Com o intuito de minimizar os riscos de transmissão de doenças
adquiridas pelo contato com sangue e mucosas, traremos de modo simples
e claro, explicação de quais são essas doenças, sua forma de transmissão
e prevenção, garantindo assim aos profissionais um atendimento seguro e
de qualidade.
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Doenças transmissíveis associadas a atividades de manicure,
pedicure e correlatos.
AIDS
A palavra AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) é uma doença
resultante da infecção pelo HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana). Ele ataca e destrói
as defesas do corpo, levando a pessoa à morte.
IMPORTANTE!!!!!!! – LEMBRE-SE: PESSOAS INFECTADAS PELO HIV PODEM TER
ASPECTO SADIO.
HEPATITE C
Hepatite C é a inflamação do fígado causada pela infecção pelo vírus da Hepatite
C (HCV), transmitido através do contato com sangue contaminado. Essa inflamação
ocorre na maioria das pessoas que adquire o vírus e, dependendo da intensidade e
tempo de duração, pode levar a cirrose e câncer de fígado.
HEPATITE B
O vírus da Hepatite B (HBV) é transmitido pelo sangue (transfusão, agulhas
contaminadas, relação sexual, após o parto, etc.). Mais de 50% da população mundial
já foi contaminada pelo vírus da Hepatite B. Estima-se que 2 bilhões de pessoas já
entraram em contato com o vírus, 350 milhões são portadores crônicos e 50 milhões de
novos casos surgem a cada ano.
No Brasil, 15% da população já foram contaminadas e 1% é portadora crônica.
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Como se transmite:
•Fazendo sexo oral, vaginal ou anal sem camisinha, com alguém infectado;
•Compartilhando agulhas e seringas contaminadas;
•De mãe para filho, durante a gravidez, no parto ou na amamentação;
•Através de transfusões de sangue. Importante receber sangue testado para a
negatividade de HIV e outras doenças;
•Hemodiálise;
•Menos freqüente, mas também muito importante, através de materiais pérfurocortantes, contaminados pelo HIV, utilizados na aplicação de tatuagens, injeções,
serviços de manicures/pedicures, cabeleireiros/barbeiros (alicates, navalhas e
lâminas de barbear principalmente), instrumentos odontológicos entre outros.
Como evitar:
Usar camisinha (preservativo) em qualquer tipo de relação sexual (oral, vaginal, anal),
seja homem/homem, mulher/mulher ou homem/mulher;
⇒ Não compartilhar agulhas ou seringas;
•Só receber transfusão de sangue quando for testado;
•Evitar contato com objetos pérfuro-cortantes não esterilizados.
•Vacinação – que deve ser feita em todos os recém-nascidos, iniciando o esquema
vacinal já no primeiro mês de vida, e nos adultos que não são portadores da doença;
•As demais formas de prevenção são iguais da AIDS e Hepatite C.
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MICOSES
As micoses superficiais da pele, também chamadas de tineas, são infecções
causadas por fungos que atingem a pele, as unhas e o os cabelos. Alguns fungos
convivem pacificamente em nossa pele sem causar doença. A queratina existente na
superfície cutânea alimenta esses fungos, e se encontrarem condições favoráveis
(calor, umidade, baixa de imunidade ou uso de antibióticos sistêmicos por longo prazo,
esses fungos se reproduzem e passam então a causar doenças).
Os tipos mais freqüentes de micoses são:
•Tinea dos pés – causa descamação e coceira na planta dos pés que sobe pelas
laterais da pele mais fina;
•Tinea
interdigital
(frieira)
–
causam
descamação,
maceração
(pele
esbranquiçada e mole), fissuras e coceira entre os dedos dos pés.
•Tinea das unhas (onicomicose) – apresenta-se de várias formas: descolamento
da borda livre da unha, espessamento, manchas brancas na superfície ou
deformação da unha. Quando a micose atinge a pele ao redor da unha, causa a
paroníquia (unheiro). As fontes de infecção podem ser o solo, animais, outras
pessoas ou alicates e tesouras contaminados.
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Como evitar:
•Não andar descalço em pisos constantemente úmidos (lava pés de piscinas, saunas,
vestiários);
•Evite mexer na terra sem luva;
•Usar somente material de manicure/pedicure esterilizado, ou seu próprio material;
•Evitar usar calçado fechado o máximo possível;
•Após o banho secar bem entre os dedos.
Os cuidados com os instrumentais
(alicates, navalhas, tesouras, escovas, etc.)
Todos os instrumentos utilizados pelo cabeleireiro, manicure, pedicure e
depiladores, deverão ser previamente limpos, desinfetados e esterilizados, conforme
indicação para cada tipo de material, com a intenção de se evitar o contágio das
doenças que vimos anteriormente.
Primeiramente vamos definir os termos:
Limpeza – é o processo no qual a remoção da sujeira e do mau odor é feita com
água e sabão ou detergente;
Desinfecção – é o processo de destruição de microorganismos em forma vegetativa,
mediante a aplicação de agente físicos ou químicos;
Esterilização – processo de destruição de todas as formas de vida microbiana diante
da aplicação de agentes físicos e químicos, com o uso de estufas ou autoclaves.
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Como proceder:
Todos os instrumentos de metais cortantes ou pérfuro-cortantes metálicos
(alicates, tesouras, navalhas, curetas, etc.) deverão passar pelo processo de
limpeza/desinfecção e esterilização.
A manicure/pedicure deverá possuir um número mínimo de 06 instrumentos, sendo:
•06 ALICATES DE UNHA (CORTADOR)
•06 ALICATES DE EPONÍQUIO (CUTÍCULA)
•06 CURETAS
•06 PINÇAS OU ESPÁTULAS
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ATENÇÃO: Não é recomendado o uso de palitos de madeira por não ser possível
uma adequada limpeza/desinfecção do mesmo, quando usa-lo descarte-o
imediatamente após o uso.
PROCESSO DE ESTERILIZAÇÃO
O processo deverá ocorrer da seguinte maneira:
 Realizar limpeza/desinfecção, utilizando solução de detergente enzimático diluído
conforme orientação do fabricante, colocando-o em recipiente exclusivo para este
fim emergido por 4 minutos,
 Enxaguar em água corrente, secar com pano limpo;
 Colocar na estufa por 01 hora a uma temperatura de 170°C sem interrupção.
Não abrir a estufa durante este período;
 Retirar as peças da estufa e coloca-las em uma caixa (plástica ou metal)
fechada.
O esterilizador não tem eficácia comprovada, por não possuir
termômetro que confirme a temperatura ideal para esterilização.
ESTERILIZADOR
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Aparelhos ideais para uma boa esterilização
ESTUFA
AUTOCLAVES
As peças que forem de material plástico (bacias, espátulas, afastadores, etc.)
deverão ser desinfetados imediatamente após o uso friccionando-os com álcool a 70% e
pano limpo.
Os materiais que entrarem em contato com o couro cabeludo (escovas, pentes,
etc.) também deverão ser limpos após cada cliente. Para isto, basta remover os fios
de cabelo que ali ficaram, lavá-los em água corrente e detergente neutro. Os
materiais que forem resistentes (ex. plástico) deverão ficar imergidos em álcool 70%
e antes de usá-los novamente secar bem.
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Você também pode instruir sua cliente à trazer seu próprio
material.
Alguns salões tem o Clube do alicate, onde suas clientes deixam seu próprio
material (alicates de cutícula, espátulas, lixas de pé e unha) guardados em um
armário específico, com seu nome. Você pode personalizar uma bolsa com o nome
de seu salão ou as toalhas, use a criatividade e garanta um atendimento de
qualidade.
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Cuidado com as escovas progressivas!!!!!!!!
Escova progressiva é um método de alisamento capilar, atual modismo, como foi
a Escova Francesa, o Alisamento Japonês, a Escova Definitiva, e etc.
Todos esses métodos referem-se a alisamento de cabelo, e não são registrados
na Anvisa. Apenas os produtos utilizados nesses procedimentos necessitam de
registro.
Muitos salões vêm utilizando para fazer a escova progressiva o formol que é uma
solução de formaldeído, matérias permitidas para uso em cosméticos nas funções de
conservante e como agente endurecedor de unhas.
O uso do formol nas funções diferentes das citadas e em limites acima dos
permitidos, pode causar danos à saúde.
Quando absorvido pelo organismo por inalação e, principalmente, pela exposição
prolongada apresenta como risco o aparecimento de câncer na boca, nas narinas,
no pulmão, no sangue e na cabeça.
O formol pode causar reações como:
•Irritação à pele, com vermelhidão, dor e queimaduras,
•Irritação aos olhos, causando dor, lacrimação, vermelhidão e visão embaçada,
•No aparelho respiratório, ao inalar o produto, pode causar câncer, dor na
garganta, irritação do nariz, tosse, diminuição da freqüência respiratória, irritação
e sensibilização do trato respiratório,
•O uso freqüente ou prolongada exposição ao produto pode causar
hipersensibilidade, levando às dermatites, reação alérgica, aumento do fígado e
pode causar ainda, queda capilar.
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Alerta!!!
O formol é considerado cancerígeno pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e está
sendo utilizado em concentrações maiores que a permitida, com a função de alisante,
Portanto, não use produtos sem registro ou que
contenham formol com finalidade e concentrações além
das permitidas.
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Depilação
Virilha, perna e buço podem apresentar irritação se a cera depilatória não for adequada.
As ceras depilatórias devem ser imediatamente jogadas fora juntamente com os pêlos,
pois junto com eles são retirados pequenos fragmentos da camada superficial da pele
onde há bactérias.
Passadas de uma pessoa para outra, elas podem causar foliculites (inflamação dos
folículos da pele), piodermites e inflamações purulentas.
É proibido coar a cera depois de usá-la com a finalidade de reutilizá-la.
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ATENÇÃO ESTETICISTAS!
É proibido a utilização de aparelhos de fisioterapia em salões de
beleza, para fins de estética facial ou corporal, sem um profissional
habilitado na área (fisioterapeuta)
A utilização dos aparelhos de eletrotermofototerapia, ou seja, aparelhos que
emitem ondas elétricas, calor e luz, com a finalidade de melhoria estética é
expressamente proibido, a não ser que, haja um profissional habilitado para
supervisionar os procedimentos (ex. fisioterapeuta).
Os aparelhos geralmente utilizados são: ultra-som, TNS, corrente russa, infra
vermelho, ondas curtas, micro ondas, forno de Bier e outros, podem causar sérios
danos a saúde do usuário, tais como: dor na camada externa do osso (periósteo),
rompimento muscular ou de tendão, queimadura de pele e lesões musculares, que
podem em certos casos ser irreversíveis e na maioria das vezes deixar seqüelas
desagradáveis.
FORNO DE BIER
CORRENTE RUSSA
VÁCUO
INFRA VERMELHO
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BRONZEAMENTO ARTIFICIAL
A luz solar que atinge a superfície terrestre é composta dos raios ultravioletas
UV-A e UV-B. O UV-A é responsável pelo foto-envelhecimento e o UV-B é o
responsável
pela
queimadura
solar,
bronzeamento
pigmentar
tardio
e
pelo
desenvolvimento de câncer de pele. Por muito tempo, os raios UV-B foram o vilão
solitário dos banhos de Sol, pois causam queimaduras, cor vermelho-pimentão e
sensação de ardência na pele.
Porém, recentes trabalhos científicos mostram que o UV-A está mais relacionado
ao aparecimento de melanoma, o mais temíveis dos cânceres de pele, além do
envelhecimento precoce. Isto quer dizer que, em condições normais de exposição ao sol
ou nas sessões de bronzeamento artificial, a radiação UV-A pode ser tão mutagênica,
carcinogênica e imunossupressora, quanto a radiação UV-B!!
Este fato, impulsionou e serviu de argumento para os fabricantes de
bronzeadores artificiais, que equivocadamente, acreditam ser o UV-A menos agressivo
que o UV-B e prometiam segurança ao cliente.
O bronzeamento artificial atua como “exposição solar concentrada”, constitui
enorme agressão cutânea (na pele) e não deve, de modo algum, ser recomendado
com a finalidade estética ou preventiva de queimadura antes da exposição solar.
Os aparelhos utilizados para bronzear, se usados de maneira inadequada ou
indiscriminada, causam danos à visão e à pele, podendo provocar:
⇒ descolamento de retina;
⇒ queimaduras;
⇒ envelhecimento precoce;
⇒ câncer de pele.
Os sinais na pele começam geralmente com o aparecimento de manchas
acastanhadas, sobretudo em áreas mais expostas, como rosto e braços, que se tornam
ásperas e sensíveis. Aos poucos, aparecem outras, brancas, a seguir, verrugas que
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sangram, rugas, alterações em pintas, pequenas feridas que nunca saram e manchas
pretas geralmente na planta dos pés.
Algumas pessoas têm este risco aumentado por já terem, sardas, pintas (nevos)
melanocíticos múltiplos, queimaduras solares prévias, lesões malignas cutâneas ou
história de imunossupressão. Mulheres grávidas e menores de 16 anos também não
podem fazer o bronzeamento.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), possui uma Legislação
específica que regulamenta o uso das câmaras de bronzeamento artificial nos
estabelecimentos de estética e normas para os fabricantes (Resolução RDC 308 de
novembro de 2002).
Algumas das exigências são:
⇒ atestado médico dizendo que a pessoa não apresenta situação de risco;
⇒ termo de ciência, assinado pelo cliente ou pelo seu responsável;
⇒ avisos de riscos e cuidados, indicados pela resolução;
⇒ técnico habilitado para a utilização da máquina.
Os médicos e clientes precisam estar cientes que, o uso de bronzeamento
artificial é um grande fator de risco para o desenvolvimento de câncer de pele.
Portanto, nossa recomendação é:
NÃO FAÇA BRONZEAMENTO ARTIFICIAL!!!!!!!!!!
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Outras questões importantes que você precisa saber, antes de abrir seu salão de
beleza.
⇒ O local precisa ter paredes e pisos lisos, impermeáveis, resistente e de cor clara;
⇒ A iluminação deve proporcionar conforto, boa visibilidade do campo de trabalho,
⇒ Boa ventilação e conforto térmico,
⇒ Os móveis e utensílios deverão ser resistentes e impermeáveis, de maneira
proporcionar uma boa higienização e desinfecção,
⇒ Não poderão servir de acesso a outras dependências;
⇒ Instalação sanitária em boas condições de uso e exclusiva para o estabelecimento;
⇒ O estabelecimento deve possuir fornecimento de água através da rede pública e
rede coletora de esgoto.
O profissional deverá possuir Certificado de Habilitação.
Procure sempre o Departamento de Vigilância Sanitária para obter informações corretas
sobre os procedimentos e documentação que você irá precisar. Boa Sorte!!
19
BIBLIOGRAFIA
ANVISA, 2002. Câmaras de Bronzeamento. Resolução RDC 308 de Novembro de 2002.
Brasília. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Legislação em
Vigilância sanitária. 2002.
ANVISA, 2006. Escovas progressivas, alisantes e formol. Brasília. Ministério da Saúde.
Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Cosméticos. 2006.
BRASIL, 1994. Processamento de artigos e superfícies em estabelecimentos de saúde.
Brasília. Ministério da Saúde. Coordenadoria de Controle de Infecção Hospitalar. 2º ed.
Brasília. 1994.
DOENÇAS DA PELE. Onicomicose. (on line) sd. Disponível em
<http://www.dermatologia.net > Acesso em Maio de 2006.
SÃO PAULO, 1993. Dispõe sobre o funcionamento dos estabelecimentos que exercem
a atividade de podólogo (pedicure). Portaria CVS – 11 de Agosto de 1993. São Paulo.
Secretaria de estado da Saúde. Coordenadoria dos Institutos de Pesquisa. Centro de
Vigilância Sanitária. 1993
SÃO PAULO, 2001. Código sanitário do Estado de São Paulo. Lei nº 10.083 de
Setembro de 1998. Decreto Estadual 12.342 de Setembro de 1978. 4º ed. Bauru. São
Paulo. EDIPRO. 1994.
20
PREFEITURA MUNICIPAL DE INDAIATUBA
PREFEITO
JOSÉ ONÉRIO DA SILVA
SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDE
Dr. RONEY BARBOZA PAGOTTO
DIRETORA DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
SIRLENE ROSA GOMES
COORDENADOR DE FISCALIZAÇÃO
Dr. RICARDO JOSÉ GONÇALVES SILVA
Manual elaborado por: Enfª Estefânia Vieira P. de Morais – Agente Fiscal Sanitário
DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
Av, Engº. Fábio Roberto Barnabé, 2800 – Jardim Esplanada.
Telefone: 3834-9145

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