+ projetos e grandes obras no território brasileiro

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+ projetos e grandes obras no território brasileiro
REVISTAELO.COM.BR
uma revista do Grupo Sotreq
Nº 67 • ANO 15
História
Caterpillar Brasil
completa 60 anos
como referência
de qualidade e
confiança
Tecnologia
CONHEÇA UMA FORMA INOVADORA DE MONITORAR A FADIGA DOS OPERADORES
E GARANTIR A SEGURANÇA NO SEGMENTO DE MINERAÇÃO
+
projetos e grandes obras no território brasileiro
Editorial
Tempo de
comemorações
E
m 2014, a Caterpillar comemora 60 anos de atuação
no Brasil. Eleita a segunda melhor companhia para se
trabalhar no País, de acordo com o ranking da Great Place
to Work, a empresa aposta em princípios e valores, como a
sustentabilidade, a valorização de seus funcionários e a
parceria bem-sucedida com a Sotreq. Nesta edição,
que também marca os 15 anos da Elo, trazemos uma
reportagem especial contando sobre a trajetória da
Caterpillar Brasil e os benefícios de trabalhar ao lado de um
grupo consolidado como a Sotreq.
Para conquistar um número cada vez maior de clientes,
é preciso investir em novas tecnologias, como o hardware
DSS (Driver State Sensor), criado pela Seeing Machines,
parceira global da Caterpillar e, consequentemente, da
Sotreq. Na matéria de capa, falamos sobre esse mecanismo,
apto a fazer um monitoramento de fadiga inovador
e completo quando instalado em equipamentos que
operam no segmento de mineração.
Outro ponto positivo deste segundo semestre foi o grande
número de eventos que contaram com a participação da
Sotreq. Durante a feira Rio Oil & Gas 2014, realizada no
mês de setembro, a empresa apresentou a mais ampla
linha de motores e grupos geradores para diversos
segmentos da indústria Naval e de Óleo & Gás e fechou
negócios importantes.
As ações sociais e ambientais também fizeram parte do
calendário da Sotreq no período. Primeira organização
global criada para monitorar tubarões ao redor do mundo,
a Ocearch realizou uma expedição no litoral brasileiro e
teve apoio da Caterpillar e da Sotreq que mobilizou várias
áreas para ajudar a divulgar o projeto. O departamento de
Responsabilidade Social, por exemplo, promoveu palestras
e debates sobre o tema em escolas públicas e convidou
alguns alunos para conhecer o navio-laboratório, equipado
com dois motores de propulsão Cat® 3412 e três grupos
geradores, sendo dois Cat® 6.4 e um 6.6.
Confira as reportagens nas próximas páginas.
Boa leitura!
Sua opinião é importante para nós.
Envie sugestões, críticas e comentários para
[email protected]
Nº 67 • Ano 15 • Dezembro 2014
CONSELHO EDITORIAL
Gerente de Marketing: Kátia Sobral
Analista de Marketing: Noemi Neponucena
[email protected]
Criação e produção
Dezoito Comunicação
Rua Cotoxó, 608, 05021-000 – São Paulo – SP
(11) 3674-4400
Diretora: Cléia Barros
Editora Responsável: Simone Tavares
[email protected]
Subeditora: Camilla Chevitarese
Repórter: Thayna Santos
Colaboradores:
Ana Paula Sousa, Bruno Cirillo, Danylo
Martins, Frederico Alberti, Marco Antônio
Corteletti, Marina Erbolato e Rodrigo Gallo
Direção de Arte:
Gilvan Filho e Paulo Albergaria
Assistente de Arte: Lucas Ferreira
Atendimento: Dayandra Hernandes
Produção Gráfica:
Paulo China e Fernanda Paes
Revisão: Willian Matos, Mariana Campos
e Juliana Couto
Comercial: Marco Santanna
Impressão: Gráfica Plural
Tiragem: 33.000 exemplares
Publicidade
Para anunciar, ligue (11) 3674-4400 e conheça
outras condições e disponibilidades.
O Grupo Sotreq é constituído pela Sotreq
— empresa que deu origem ao nome do
grupo — Somov, Soimpex, MDPower, ISSO,
Sitech e Sematech. Além de revender produtos, serviços e sistemas Cat®, comercializa
e fornece suporte técnico para equipamentos das marcas Mak, Hyster, Yale, Perkins,
Trimble e SEM.
A Revista ELO é uma publicação do Grupo
Sotreq. Para conhecer mais sobre o veículo,
acesse www.revistaelo.com.br
REVISTA ELO
3
Índice
20
14
26
24
22
15 anos
6Conheça os objetivos e a trajetória da
revista Elo
DISTRIBUIÇãO
11Workshop reúne representantes
da MDPower e da Perkins
REVISTAELO.COM.BR
GESTÃO E
EQUIPAMENTOS
12Os benefícios do Service Plus,
UMA REVISTA DO GRUPO SOTREQ
Nº 67 • ANO 15
oferecido pela Somov para empresas
como a Katoen Natie
HISTÓRIA
CATERPILLAR BRASIL
COMPLETA 60 ANOS
COMO REFERÊNCIA
DE QUALIDADE E
CONFIANÇA
TECNOLOGIA
CONHEÇA UMA FORMA INOVADORA DE MONITORAR A FADIGA DOS OPERADORES
E GARANTIR A SEGURANÇA NO SEGMENTO DE MINERAÇÃO
+
PROJETOS E GRANDES OBRAS NO TERRITÓRIO BRASILEIRO
NOSSA CAPA
Concepção artística
Paulo Albergaria
4
REVISTA ELO
Energia
14Companhia Caminho Aéreo Pão de
Açúcar aposta em grupos geradores Cat®
florestal
16JSL adquire nova frota para oferecer
soluções em logística
Construção
17Lomacon conta com a eficiência
dos equipamentos Cat®
18Parceria entre a Só Terra e a Sotreq
20Bailac opera com a
pá-carregadeira 988H
22Para completar sua frota,
Hengel adquire 15 unidades
da carregadeira 938K
24Sococo amplia frota para a
manutenção de uma das maiores
fazendas produtoras de coco
26Capitaneadas pela Renovo,
obras do “Minha Casa, Minha Vida”
seguem a todo vapor em
Boa Vista (RR)
Logística
27Soimpex instala nova cabine de
pintura e estação de tratamento
de efluentes (ETE)
38
28 49
Capa
28Parceria global com a Seeing Machines aposta
na segurança e cria tecnologia para monitorar
a fadiga no segmento de mineração
tecnologia
34Sistema Trimble facilita a gestão
dos equipamentos
Movimentação
de materiais
36Elfusa cria programa de treinamento
para seus colaboradores
Petróleo e marítimo
38Sistema de comboios hidroviários
com motores Cat® entra em operação
60 anos
Caterpillar Brasil
40A trajetória da empresa e a parceria com a Sotreq
REVISTA ELO
29
Eventos
43Sotreq e Caterpillar apoiam
competições de montaria da PBR
44Destaques da feira Rio Oil & Gas 2014
Responsabilidade
social
6Ocearch realiza primeira expedição
4
no Brasil para catalogar tubarões
48Projeto Plataforma Cultural
“Um novo mundo em construção”
PAVIMENTAÇÃO
49Adalberto Moreira impulsiona o lucro
da Engefor e da Multifor
Bate-bola
50Orestes Brito fala sobre a viagem
que fez para a Europa antes de abrir
a Perfecta Projetos, hoje chamada
de Helan
REVISTA ELO
5
15 Anos
15 anos
de sucesso
Referência no setor, a Revista
Elo ganha projeto gráfico
atualizado e aposta em recursos
que atraem os leitores
Por Camilla Chevitarese
C
om mais de 70 anos de história, o Grupo
Sotreq entende que uma das principais formas
de conquistar a confiança dos clientes é informar e apresentar boas soluções. Assim nasceu a Revista
Elo, que tem como missão promover clientes e parceiros, sempre destacando o compromisso do grupo no
oferecimento de soluções e de tecnologia, incentivando e apoiando o êxito nas operações de seus clientes.
“A Revista Elo é um importante meio de comunicação com os nossos parceiros. Por meio dela, levamos
aos nossos clientes as inovações no mercado de equipamentos e apresentamos soluções que contribuem para
sua eficiência e sustentabilidade”, conta Paulo César,
Gerente Geral Regional da Sotreq.
Na época do lançamento da primeira edição, em
abril de 2000, o mercado de publicações customizadas era bem reduzido. Por isso, tornou-se rapidamente uma referência no setor e ganhou a aprovação dos
leitores. Com 15 anos de atuação, a Revista Elo se consagra como importante ferramenta de relacionamento
entre o Grupo Sotreq, clientes e leitores dos mercados
de atuação do grupo.
Reportagens marcantes fazem parte da história do
veículo. “A matéria sobre o Exército executando a duplicação da Rodovia BR101 no Nordeste repercutiu
bastante no mercado de construção pesada, não só pelo
cumprimento de prazos como pela tecnologia aplicada”,
comenta Mário Sá, Gerente Geral Regional da Sotreq.
Na revista, foram publicadas matérias que mostraram grandes obras, como as Hidrelétricas Belo Monte
e Jirau e a transposição do Rio São Francisco. “Lembro-me de uma reportagem que falava de todo o processo
da Sotreq para abastecer nossos almoxarifados e fazer
com que as peças chegassem até os clientes em menos
de 24 horas”, afirma Paulo César.
6
REVISTA ELO
Visual moderno e atrativo
Um dos diferenciais da revista é a constante atualização. Em 2014, uma das propostas foi modernizar o
projeto gráfico e editorial da revista, que ganhou nova
versão a partir da edição 66. As imagens, antes publicadas em tamanho reduzido, agora aparecem em tamanho maior e acompanham outros recursos visuais,
como boxes, infográficos e ilustrações, que facilitam a
compreensão do conteúdo.
Com linguagem prática e acessível, as reportagens contribuem com o compartilhamento de casos de sucesso na parceria de clientes com o Grupo
Sotreq, além de informar o público leitor sobre os assuntos mais relevantes do setor para que esteja sempre atualizado.
“A Revista Elo não só aproxima a Sotreq do cliente,
como também o expõe positivamente para o mercado.
É um veículo que valoriza sua história de sucesso, suas
particularidades de trabalho e sua interdependência
com os equipamentos Cat®”, explica Mário Sá.
Profissionais integrados
Os casos de sucesso de clientes são indicados pelos
próprios consultores da Sotreq, que fazem a escolha
com base no êxito da parceria e da correta utilização e
aquisição do produto, tornando a satisfação do cliente
uma consequência natural.
Esse processo agrega bastante valor dentro do âmbito corporativo, já que os funcionários sentem-se orgulhosos ao serem consultados e ao verem seus clientes
na revista. Por outro lado, os representantes das empresas indicadas ficam satisfeitos e surpresos ao terem
suas marcas veiculadas em uma importante publicação. É um recurso que aumenta a confiança e cria fortes vínculos entre os clientes e a Sotreq.
Notas
Regional norte
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Novidades na Expoanicer
Localizado em Belém, o Hangar Convenções &
Feiras da Amazônia foi escolhido para sediar a 17ª
edição da Exposição Internacional de Máquinas,
Equipamentos, Automotivos, Serviços e Insumos para
a Indústria Cerâmica (Expoanicer). Realizado de 30
de julho a 1 de agosto, o evento recebeu milhares
de visitantes e contou com a participação de 60
expositores, entre eles a Sotreq. “O polo ceramista no
Pará é muito forte, por isso, a participação da Sotreq
é tão importante. Essa é uma ótima oportunidade
de reunir o empresariado do setor ceramista, tanto
o local quanto os de fora do Estado”, explica Sayro
Mendes, Representante de Vendas de Máquinas da
Sotreq. Como a feira atinge um público variado, a
empresa apresentou diversos equipamentos com
tecnologias inovadoras, como a retroescavadeira
416E, que possui novo compartimento para o
operador e oferece o máximo de conforto e de
facilidade. Já as carregadeiras 924K, 930K e 938K
funcionam com nova articulação e sistema exclusivo
de gerenciamento de potência inteligente. Outro
destaque foi a Minicarregadeira 226B3, que possui
vários acessórios para realizar diversas tarefas
com um único equipamento.
Regional nordeste
Fotos: ©1 rafael araújo, ©2 divulgação
Estreia na Ficons
A Sotreq participou pela primeira vez da Feira Internacional de Materiais,
Equipamentos e Serviços da Construção (Ficons). Considerada referência
na região Nordeste, a 9a edição do evento foi realizada de 16 a 20 de
setembro no Centro de Convenções de Pernambuco. Os principais
equipamentos Cat® apresentados na feira foram a Miniescavadeira modelo
302.7D CR, a Minicarregadeira 236D – lançamentos da Cat® na região –
e a Retroescavadeira 416E, que é um sucesso de vendas no mercado
local. “Além de mostrar as novidades e os diferenciais dos equipamentos
Cat®, nosso objetivo foi estreitar o relacionamento com clientes e
prospectar novas oportunidades de negócios”, explica Marcos Azevedo
Araujo, Coordenador de Vendas de Máquinas da Regional Nordeste.
A Ficons atrai empreiteiros de diversas especialidades, locadores de
equipamentos, empresas que comercializam materiais de construção,
engenheiros, arquitetos e outros profissionais.
©2
REVISTA ELO
7
Notas
Regional norte
petróleo e marítimo
Presença
garantida
na Navalshore
Exposição
Agropecuária
de Rondon
do Pará
A Sotreq esteve presente em mais uma edição da Exposição
Agropecuária de Rondon do Pará (Expo Rondon). A 33ª edição do
evento foi realizada de 19 a 26 de julho no Parque de Exposições do
município e teve como destaques a escavadeira hidráulica 320D2 e
a carregadeira de rodas 924K, ambas adequadas para o mercado
agrícola e de construção. Segundo Wellington Soares, Representante
de Vendas de Marabá, a feira foi extremamente importante, pois
aconteceu em um momento de crescimento rápido da região.
O principal objetivo da Sotreq foi buscar um relacionamento mais
próximo com os clientes. “Com a chegada de grandes fábricas
e empresas e com o aumento da produção da soja, o município
tem se tornado mais estratégico para os nossos negócios”, explica.
O Centro de Convenções
SulAmérica, no Rio de Janeiro,
foi o endereço da 11ª edição
da Marintec South America
(Navalshore), realizada de 12 a 14
de agosto. O evento, considerado
o principal da indústria naval e
offshore do Brasil, contou com a
participação da Sotreq. Rodrigo
Feria, Gerente de Vendas do
Mercado Marítimo da Sotreq,
considera a feira uma importante
ferramenta de networking.
“Participamos de todas as
edições da Navalshore e este
ano não poderia ser diferente.
É uma oportunidade singular de,
em curto espaço de tempo, ter
contato com praticamente 100%
do mercado marítimo do Brasil”,
explica. Líder em vendas de
grupos geradores e motores de
propulsão no segmento marítimo,
a Sotreq divulgou a linha Cat®
Propulsion, que inclui propulsores
de passo controlável, auxiliares
e azimutais, além de sistemas
de controle.
Regional minas
Maior evento do segmento de construção de Minas
Gerais, a Construir Minas contou mais uma vez com
a presença da Sotreq. A 11ª edição do evento foi
realizada de 6 a 9 de agosto no Expominas, em Belo
Horizonte (MG), e reuniu arquitetos, engenheiros,
construtores e estudantes. Para atrair a atenção do
público, a Sotreq apresentou a carregadeira de rodas
24K, a retroescavadeira 416E, as Minicarregadeiras
242D e 226B e as Miniescavadeiras 302.7DCR e
8
REVISTA ELO
303.5DCR. “Muitos clientes ficaram surpresos ao saber
que os equipamentos realizavam atividades que ainda
eram feitas manualmente, como a abertura de valas e a
manutenção de redes de esgoto”, comenta Paulo Leite,
Gerente de Máquinas da Regional Minas. O balanço
foi extremamente positivo. “Mesmo os clientes que
não eram do segmento de máquinas nos procuraram,
por confiar na Sotreq para negociar os seus primeiros
equipamentos”, conclui.
Fotos: divulgação
Destaque na Construir Minas
Regional sudeste
Regional minas
A força da
Expomontes
A 39ª edição da Exposição
Agropecuária de Montes Claros
(Expomontes) aconteceu de 2 a 13
de julho no Parque de Exposições
João Alencar Athayde, em Montes
Claros (MG). Ciente da importância
da feira, a Sotreq aproveitou para
divulgar equipamentos de uso
urbano e agrícola. Os destaques
foram a carregadeira de rodas
924K, as Minicarregadeiras 306 e
216B e a retroescavadeira 416E. “É
fundamental divulgar equipamentos
que são capazes de tornar a
operação mais rápida e eficiente.
Muitos clientes se surpreenderam
ao saber que a Caterpillar fabricava
equipamentos de menor porte”, conta
Paulo Leite, Gerente de Máquinas
da Regional Minas.
Regional amazônia
Sotreq
na Expoari
Festa do Colono
A 34ª edição do evento aconteceu entre os dias 24 e 27 de julho em
Santa Maria de Jetibá, a 80 quilômetros de Vitória (ES). Criado para
homenagear os colonos do município, a festa conta com apresentações
musicais e exposições agrícolas. Ciente do potencial da região, a
Sotreq mais uma vez marcou presença no evento. “É a segunda vez
que participamos devido ao crescimento do município e também
às necessidades dos produtores e dos clientes”, diz Rodrigo Risso,
Representante de Vendas de Máquinas da Sotreq na Grande Vitória.
Durante o evento, os visitantes se surpreenderam com as vantagens
da carregadeira 924K, que é perfeita para atender aos granjeiros da
região. O resultado foi tão positivo que a Sotreq já confirma
a participação na próxima edição.
Realizada de 26 de julho a 3 de
agosto, a 31ª edição da Exposição
Agropecuária de Ariquemes
(Expoari) teve a participação da
Sotreq. Durante o evento, foram
apresentados o rolo compactador
CB22, a Miniescavadeira hidráulica
302.7, as carregadeiras de rodas
924K e 930K e as escavadeiras
hidráulicas 312D e 323D. Segundo
Cleiby Dezinho, Coordenador da
filial Rondônia, a feira tem grande
visibilidade no Estado e é uma
oportunidade única de interagir
com os clientes da região. “Todos
elogiaram a diversidade dos
equipamentos trazidos pela Sotreq,
além do atendimento personalizado
da equipe comercial”, afirma.
A empresa fechou diversos pedidos
de equipamentos, o que a fez
superar significativamente o recorde
de vendas da edição anterior.
REVISTA ELO
9
Notas
Regional norte
▪ Notas
rápidas
▪ A Reunião Anual de Pavimentação
(RAPV) de 2014 foi realizada de 29
de julho a 1 de agosto, em Maceió (AL).
O evento reuniu profissionais da área de
pavimentação para trocar experiências
e práticas. “A Sotreq entende que é
importante participar dessa ação para
se fortalecer na área de pavimentação,
por isso realiza palestras em
parceria com a Caterpillar”, destaca
Cesar Albuquerque, Consultor de
Desenvolvimento de Mercados da Sotreq.
Realizada de 9 a 18 de agosto, a 48ª edição da Agropec movimentou a
cidade de Paragominas (PA). O evento, um dos mais movimentados do
Estado, estreitou ainda mais o relacionamento com os nossos clientes
na região expondo lançamentos e as soluções para os segmentos
de florestal, de construção e de mineração. “Nossa atuação está
relacionada ao crescimento da região nordeste do Pará, com várias
possibilidades de negócios, e também para estreitar relações com os
clientes”, ressalta Sayro Mendes, Representante de Vendas de Máquinas
da Sotreq. Os clientes comentaram bastante sobre o custo-benefício
da Minicarregadeira 226B3, que permite acoplar vários acessórios,
e da retroescavadeira 416E, indicada para vários tipos de aplicação.
Regional norte
10
Regional minas
Sucesso total na Expofeira
Expo Almenara
De 26 de julho a 3 de agosto,
o Parque de Exposição
Jovino Botelho, localizado
em Tomé-Açu (PA),
recebeu a Expofeira 2014.
Organizado pela Associação
Agropecuarista do Vale do
Acará (AAVA), o evento reuniu exposições, leilões, shows e
demonstrações de novas tecnologias, além de cursos técnicos
para profissionais que trabalham no ramo. A Sotreq participou
pela quinta vez consecutiva e apresentou os equipamentos da
Série K, especialmente a carregadeira de rodas 930K. “Foi um
sucesso, os clientes gostaram muito dos equipamentos”, diz Pablo
Alarcon, Representante da Sotreq. A empresa busca cada vez
mais estreitar o relacionamento com os seus clientes para melhor
oferecer as soluções que cada um necessita.
A Sotreq marcou presença na 45ª Grande
Expo Regional de Almenara, realizada de
9 a 13 de julho. O evento é um dos mais
tradicionais e reuniu os maiores produtores
agropecuários da região. Para ter ainda
mais expressividade no evento, a Sotreq
apresentou a retroescavadeira 416E, a
escavadeira hidráulica 312D, o trator de
esteiras D5K e a Minicarregadeira 216B.
Segundo Paulo Leite, Gerente de Máquinas
da Sotreq, é importante salientar que os
custos de aquisição e de operação desses
equipamentos são menores do que os
custos de mão de obra. “Além do número
reduzido de pessoas para a operação, o
tempo gasto para a realização dos serviços
diminui consideravelmente”, explica.
REVISTA ELO
Fotos: divulgação
Agropec
▪ No dia 25 de junho, a filial Palmas
realizou o evento “Tarde de Negócios”
para apresentar a nova estrutura da filial
da Sotreq na região com 2.700 m², e as
carregadeiras da Série K aos clientes
de Tocantins. “Agora temos espaço para
expandir o estoque e receber os clientes
com conforto”, comemora Silberto João
Gonçalves de Jesus, Coordenador da
Filial Palmas da Sotreq. Mario Sá,
Gerente Geral da Regional, acrescenta:
“A modernização e a ampliação da
estrutura da filial de Palmas faz parte da
estratégia de crescimento da empresa,
adequando assim, os recursos às
necessidades dos clientes”.
Distribuição
encontro
produtivo
Workshop reúne representantes
da MDPower e da Perkins para
comemorar as conquistas e
planejar ações futuras
Por Rodrigo Gallo
N
etwork, uma palavra-chave para o mercado empresarial. Significa manter redes ativas de contatos para as mais diversas finalidades, como preservar uma relação sólida e concreta
com parceiros e clientes efetivos ou em potencial.
O resultado tende sempre a ser positivo, sobretudo
quando a proposta é garantir o desenvolvimento da
companhia e de todos os negócios.
Para manter essa boa conexão em funcionamento,
a MDPower e a Perkins realizaram um workshop
em Curitiba no mês de junho. Durante dois dias,
executivos das empresas e seus principais representantes que atuam em todo o território nacional tiveram a oportunidade de fazer um balanço do crescimento da companhia e do setor, além de traçar
algumas metas para os próximos anos.
Um dos motivos do encontro foi discutir a evolução da empresa desde 2006, período crucial para o
crescimento e a conquista de novos mercados. “Durante esses anos, registramos grande ascensão, pois
a marca se tornou mais forte no País e conseguimos alcançar diversos pontos de venda”, comemora Giovani Celeghini, Coordenador de Suporte ao
Produto da MDPower.
Palestras e visita à fábrica
No primeiro dia do workshop, os participantes colocaram em prática os princípios do network e trocaram experiências das vendas dos motores Perkins
nas diferentes regiões do Brasil. Entre os assuntos
abordados estavam as dificuldades, os avanços do
mercado e as dúvidas em comum.
No dia seguinte foi realizada uma visita à fábrica da Perkins em Curitiba para acompanhar todas
as etapas de produção do motor, desde as áreas de
montagem até o embarque final do produto. Em
seguida, todos os participantes puderam acompanhar palestras sobre temas relacionados à Perkins
e ao setor.
Celeghini conta que sentia necessidade de estreitar a relação com os representantes da marca.
“Abordamos nas palestras alguns assuntos de interesse deles, como peças de reposição, serviço de
pós-venda e garantia. Foi muito produtivo para todos”, conta.
Balanço positivo
O principal diferencial da Perkins é que ela não fabrica motores para o mercado rodoviário, mas sim
para a indústria em geral. Isso inclui produtos para
equipamentos agrícolas, de construção civil e de
geração de energia. Desse modo, os representantes
da marca aproveitaram o workshop para elaborar
um planejamento completo de ações futuras e preparar investimentos financeiros e de contratação de
pessoal – já que o segmento encontra-se em período de expansão.
O resultado desse encontro não foi apenas uma
troca de conhecimento, mas uma grande discussão sobre os novos mercados que estão surgindo e,
com eles, as boas perspectivas de negócios futuros. A
MDPower pretende continuar com os encontros em
2015 para apresentar os números obtidos nesse primeiro workshop.
REVISTA ELO
11
Gestão e Equipamentos
serviço
completo
O Service Plus contratado pela Katoen Natie permite
que a empresa se dedique às estratégias de negócios,
enquanto a Somov cuida dos equipamentos
Por Camilla Chevitarese
Equipe técnica
dedicada
Garantia estendida
BENEFÍCIOS
Garantia estendida
Descartes especiais
em serviços extras
e na compra
de peças
us
P
Prioridade no atendimento
em campo e em oficina
P C
rv
P
Mão de obra de
manutenção preventiva
M
M
i c e Pl
Legenda
Se
rv
Mão de obra de
manutenção
corretiva
Monitoramento
periódico
P
REVISTA ELO
M
P C
M
P
Legenda
Se
12
Gestão completa
de manutenção
Peças e lubrificantes para
manutenção corretiva
Monitoramento
periódico
rioridade no atendimento
m campo e em oficina
Gerenciamento da frota
Em algumas operações, nas quais as máquinas trabalhavam 24 horas sem frota reserva, a Katoen Natie
precisava de manutenção preventiva com o tempo
mínimo de atendimento e alta disponibilidade de peças. Por essa razão, a própria Katoen Natie solicitou o
Peças e lubrificantes
para manutenção
preventiva
Gestão completa
de manutenção
Descartes especiais
em serviços extras
e na compra
de peças
Equipado com cabine deslizante, o Reach Stacker
tem sistema eletrônico de momento de carga e proteção eletrônica para erros. Para Clovis Carvalho,
Supervisor de Frotas da Katoen Natie, o equipamento
aperfeiçoou as operações da companhia. “Passamos a
oferecer um melhor atendimento aos nossos clientes
e adquirimos capacidade para atender a uma maior
demanda de movimentações especiais”, comenta.
us
C
ompanhia global responsável pelo manuseio de materiais, a Katoen Natie atua no
Brasil desde 1997 e, até hoje, segue com um
plano de crescimento dentro do mercado nacional.
Ciente da missão da companhia, a Somov preparou
uma solução personalizada para atender ao cliente e
proporcionar alta produtividade e qualidade.
Para isso, uma série de equipamentos Hyster foram
fornecidos, entre eles, o Reach Stacker, para a movimentação de contêineres. “Esse equipamento de ponta tem baixo custo de manutenção, alta performance
em produtividade e disponibilidade de operação, atendendo perfeitamente às necessidades da empresa”, explica Rafael Marin, Coordenador de Operações responsável pela área de contratos da Somov.
i c e Pl
Foto: divulgação
contrato Service Plus. Assim, poderia manter o foco
nas estratégias do seu negócio, enquanto a Somov gerenciava os equipamentos da frota.
O serviço oferecido inclui a realização de todas as
manutenções preventivas indicadas no manual de
operação do fabricante, as revisões programadas, os
reparos corretivos e as reformas em componentes de
equipamentos. Todas as peças e os fluidos necessários para as manutenções corretivas e periódicas fazem parte do contrato, assim como a mão de obra e
as análises de fluidos.
Rafael Marin explica que o sistema garante a máxima utilização do equipamento, com alta disponibilidade, segurança na operação e melhor gestão dos
custos operacionais. “Oferecemos garantia no atendimento técnico, proteção contra quebra de componentes e gerenciamento das manutenções preventivas. O Service Plus identifica, gerencia e disponibiliza
os recursos necessários para evitar paradas inesperadas do equipamento”, afirma.
Equipe integrada
O contrato, formalizado em maio de 2013, segue dando ótimos resultados. “Estamos satisfeitos por não
ter preocupação com insumos e com manutenção.
Assim, conseguimos deixar a gestão do equipamento com quem realmente entende”, comenta Carvalho.
Para que o sistema funcione com qualidade, a
Somov conta com uma equipe altamente qualificada e que trabalha em conjunto. O setor de engenharia
de serviços possui profissionais especializados que já
participaram de diversos treinamentos, inclusive no
exterior. Eles visitam clientes constantemente, apresentando modelos de equipamentos, preparando os
técnicos e atuando como consultores, a fim de assegurar a assertividade nos diagnósticos no menor
tempo possível. A área de peças, por exemplo, é dedicada a atender a alta demanda, enquanto os departamentos de assistência técnica e de contratos suprem
os termos especificados em contrato.
A experiência positiva e o atendimento personalizado fazem com que a Katoen Natie já planeje adquirir novos equipamentos e serviços. “A Somov é uma
ótima empresa. Podemos citar como diferenciais a
disponibilidade do primeiro atendimento e as competências técnicas para solucionar problemas”, finaliza Carvalho.
Onderneming van het Jaar 2014
®
Entrepreneur of the Year 2014
Conheça a
Katoen Natie
Fundada em 1855 no porto de Antuérpia, na Bélgica, a empresa
trabalhava apenas com manuseio e com armazenagem de
commodities (algodão, café e cacau). Na década de 1980,
decidiu expandir os negócios e passou a atuar nos mercados
petroquímico, automotivo, de bens de consumo, de operações
portuárias e de química fina. Desde 1995, tem como missão
o crescimento por internacionalização. Hoje, conta com dez
mil funcionários e escritórios em 28 países. A primeira sede
em solo brasileiro foi construída em Camaçari (BA) e era
responsável por atender a indústria petroquímica. Atualmente,
possui mil colaboradores e 16 centros de operações dos quais
dois são instalações próprias em Paulínia (SP) e Araucária (PR),
totalizando 100.000 m² de área coberta. Todas operam com
soluções em plásticos, em bens de consumo, em automotivo,
em indústria, em química fina e em commodities.
www.katoennatie.com
REVISTA ELO
13
Energia
Diversão e energia
garantidas
Com grupos
geradores Cat®,
a Companhia
Caminho Aéreo
Pão de Açúcar
assegura o
funcionamento
dos bondinhos
do famoso
cartão-postal
carioca
Por Ana Paula Sousa
14
REVISTA ELO
P
Fotos: guilherme lima
atrimônio da humanidade pela UNESCO, o
Pão de Açúcar se tornou, ao longo do último século, um dos cartões-postais mais visitados do Brasil. Segundo dados da Companhia de
Turismo do Rio de Janeiro, só no ano passado ele foi
visitado por cerca de 1,5 milhão de pessoas.
O famoso bondinho precisa estar preparado para
transportar seus visitantes mesmo que enfrente eventuais problemas energéticos. Para isso, a Companhia
Caminho Aéreo Pão de Açúcar, que administra e
opera o teleférico, conta com o apoio de dois grupos geradores Cat®. “Quando abrimos as concorrências para comprar os equipamentos, a Sotreq nos ofereceu o melhor custo-benefício”, afirma Giuseppe
Pellegrini, Diretor Técnico da Caminho Aéreo.
Atualmente, as duas linhas teleféricas têm capacidade para transportar 1.100 passageiros por hora. O
movimento de ambas – que chega a 6m/s no trajeto
Praia Vermelha-Urca e 10m/s até o Pão de Açúcar – é
provocado por um motor elétrico localizado em uma
estação motriz.
Se houver interrupção na energia da linha Praia
Vermelha-Urca, o grupo gerador de 450 kVA entra em operação. Adquirido há cerca de dois anos,
o equipamento também tem um papel fundamental
nos casos de manutenções que exigem o corte ou a
suspensão temporária da energia elétrica.
dade de peças e acessórios e com uma equipe técnica
dedicada e especializada, a empresa garante serviços
de pós-venda de alta qualidade.
Segundo Paulo Ribeiro, Representante Comercial
da Sotreq Rio de Janeiro, responsável pelo atendimento da Companhia Caminho Aéreo Pão de
Açúcar, garantir a eficiência no funcionamento dos
equipamentos e a satisfação do cliente é fundamental. “Atendemos sempre da melhor forma possível.
Ter um equipamento nosso em um dos pontos turísticos mais visitados do Rio de Janeiro e do mundo é
motivo de orgulho e também uma grande responsabilidade”, diz.
O novo grupo gerador
de 750 kVA garante o
funcionamento geral
da operação
Inúmeras vantagens
A qualidade e a confiabilidade do grupo gerador conquistaram a equipe da Caminho Aéreo tanto que,
há cerca de seis meses, a empresa optou pela compra
de outro equipamento, também da Sotreq, o grupo
gerador 750 kVA. “Tínhamos um grupo gerador que
atendia exclusivamente a área de restaurantes, quiosques e lojas do Morro da Urca, mas era muito antigo.
Resolvemos colocar um novo, desta vez da Cat®, para
garantir o funcionamento geral e para atender o bondinho caso haja algum problema com o grupo gerador
exclusivo das linhas”, diz Pellegrini.
O Diretor também destaca a potência e a eficiência do equipamento produzido pela Cat®. “Sabíamos
que se permanecêssemos com o antigo não estaríamos completamente confortáveis em casos de limitação de energia”, explica.
A manutenção é apontada como outro diferencial
da parceria com a Sotreq. Com ampla disponibiliREVISTA ELO
15
Florestal
soluções na
logística
Grandes operadoras, como a JSL, procuram a Sotreq na hora
de compor uma nova frota para atender importantes clientes
Por Bruno Cirillo
16
REVISTA ELO
A frota da JSL torna as
operações mais rápidas, seguras
e reduz a demanda por
mão de obra
já adquiriu 50 equipamentos Cat® neste ano – a média
anual varia de 30 a 40 unidades, o que a torna uma
das nossas grandes parceiras”, conta o Consultor de
Vendas da Sotreq Eduardo José Coli Júnior. Segundo ele, que há sete anos atua no segmento, e de certa forma se tornou um consultor técnico para a JSL, a
companhia o contata na fase de elaboração dos projetos para obter pareceres em relação à composição
da frota. “Refinamos os levantamentos para sugerir
ao cliente as melhores soluções.”
No passado, de acordo com Thiele, o tamanho das
máquinas era desproporcional à agilidade e eficiência
exigidas no transporte da madeira, por exemplo. Isso
mudou com a evolução das fabricantes: hoje, são cada
vez menores e mais eficientes. O complemento dessa
modernização é o trabalho da distribuidora, que aconselha as opções mais adequadas para cada operação.
“A agilidade dos equipamentos diminuiu, em muito, o
número de pessoas envolvidas em alguns processos do
setor florestal”, observa o executivo. “A frota hoje está
presente em toda a logística, imprimindo mais segurança ao processo e impactando no menor custo tanto
de manutenção quanto de mão de obra”, conclui.
Foto: divulgação infográfico: equipe dezoito
A
busca pela eficiência é uma premissa das
operadoras logísticas. Para garantir o dimensionamento adequado das frotas numa
operação, a JSL – presente em 16 setores da economia
com mais de 350 clientes, entre eles Suzano, Fibria,
Vale e Unilever – costuma consultar a Sotreq, sua fornecedora de equipamentos, antes de fechar negócio.
A escolha certa da frota é essencial para que a companhia, há mais de 50 anos no mercado, obtenha a
melhor relação custo-benefício de cada projeto.
O desafio da JSL é propor soluções específicas para
as demandas dos processos logísticos: o transporte
(madeira, minérios, resíduos etc.), a locação de veículos e os serviços dedicados (a movimentação de
pátios de madeira, por exemplo). Atuante no mercado brasileiro e em outros quatro países da América
Latina, a empresa tem crescido, em média, 28%
anuais na última década. “O setor requer cada vez
mais agilidade e tem nos equipamentos um parceiro essencial para o cumprimento dos prazos exigidos
pelos clientes”, diz o Diretor Executivo de Operações
e Serviços Adriano Thiele.
Neste ano, a partir de um contrato assinado com a
Ciclus – empresa que presta serviços de destinação
de resíduos – a JSL passou a operar o transporte mensal de 280 mil toneladas de lixo das cinco estações
de transferência do Rio de Janeiro para a Central de
Tratamento de Resíduos – CTR Rio – em Seropédica,
onde são destinados os resíduos sólidos urbanos coletados na cidade. Para atender a esta demanda, a
empresa, que já fazia a coleta residencial no município com caminhões compactadores, adquiriu 15 carregadeiras Cat® 938K, customizadas para a operação
– com conchas maiores e cabine refrigerada.
O contrato das máquinas faz parte de uma longa
relação que a JSL mantém com a Sotreq. “A empresa
Construção
fortaleza
Alta produtividade
Lomacon conta com a eficiência dos equipamentos Cat®
e de serviços para se firmar como referência no segmento
de construção de parques eólicos no Nordeste
Por Ana Paula Sousa
P
ioneira no segmento de terraplenagem de
parques eólicos no Nordeste, a Lomacon
nasceu no final da década de 90 como uma
empresa de locação de equipamentos para obras do
setor de construção pesada.
“Somos uma empresa jovem, pioneira no campo
de energia eólica. Fazemos desde as vias de acesso às
plataformas até a concretagem, mas também atuamos na parte rodoviária, na pavimentação e na construção de pequenas barragens”, explica Alexandre
José de Melo Ribeiro, Diretor da Lomacon.
Para atender as necessidades de um setor em expansão, a empresa – que já atuou em mais de dez
obras de usinas eólicas – combina a eficiência dos
equipamentos Cat®, adquiridos pela filial da Sotreq
em Fortaleza, com as rigorosas normas de organização, produtividade, manutenção sustentável e qualidade da certificação ISO 9001:2000.
Em 2014, a Lomacon adquiriu duas escavadeiras hidráulicas 320D e duas 349 DL; duas motoniveladoras Cat® 140k, uma 120k e duas 12k; além
de um trator de esteira D8T e um compactador de
solo CP54B.
Alexandre conta que 70% da frota Cat® da empresa trabalha, atualmente, na primeira das três fases
de construção do primeiro parque eólico do Estado
de Pernambuco, em Caetés. A obra, que deve ser
concluída em meados de 2015, gerará 181 MW/h
de energia proveniente de 350 turbinas.
“O diferencial dos equipamentos Cat® está na
qualidade. Os tratores de esteira, por exemplo, praticamente não têm concorrentes no mercado. As
escavadeiras oferecem um bom custo e as motoniveladoras são resistentes e produtivas”, diz Alexandre.
A Lomacon conta com oficinas e mecânicos para
a manutenção dos equipamentos e adota rigorosos critérios para o descarte de óleos e outros materiais contaminantes, mas também recebe o apoio da
Sotreq a fim de fazer acompanhamentos periódicos,
fundamentais para garantir a eficiência da frota.
“Por meio da consultoria de suporte ao produto,
oferecemos ao cliente a medição de material rodante
e conseguimos, dessa maneira, evitar falhas por desgaste, já que é possível fazer a substituição das peças
antes que o equipamento apresente o defeito”, afirma o Representante de Vendas Gabriel Lima, responsável pelo atendimento da Lomacon na filial de
Fortaleza da Sotreq.
Dessa maneira, a Sotreq contribui para que evitem atrasos nos cronogramas das obras da empresa
e solidifica ainda mais a parceria. “Entendemos que
a Lomacon tem um papel-chave para a implantação
de energia limpa no Nordeste e buscamos oferecer o
melhor atendimento e serviços de qualidade”, finaliza o Representante de Vendas.
como
funciona
1
As hélices são
feitas de materiais
como fibra de
vidro, madeira,
aço e ferro.
Dentro da turbina, o rotor
faz 1.500 giros por minuto,
permitindo que o motor
produza eletricidade.
A eletricidade desce
via cabos no interior da
torre e se conecta
à rede de energia.
Depois, segue para
os domicílios pela
rede elétrica.
2
3
A energia produzida
é levada para
centrais, onde se
mistura com outras
formas de energia.
REVISTA ELO
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Construção
são josé do rio preto
Eficiência e
competitividade
Só Terra investe em equipamentos Cat® para se consolidar como
referência no setor de terraplenagem no interior de São Paulo
Por Ana Paula Sousa
Foto: rubens cardia
P
ara que a Só Terra se destacasse nos serviços de terraplenagem na região de São José do Rio Preto (SP), interior de São
Paulo, o empresário Mauricio Carlos de Souza teve de apostar alto. Há seis anos, ele hipotecou a única casa que possuía para investir na compra de uma Minicarregadeira Cat® 226B.
De arriscada, a aposta logo passou a certeira. Até então pouco utilizado na cidade, o equipamento chamou a atenção do setor de construção geral e impulsionou os primeiros passos da empresa, que
hoje atua na área de terraplenagem e de locação de equipamentos.
Souza conta que, para driblar as dificuldades, precisou trabalhar
muito, inclusive aos sábados e aos domingos. “Depois de seis meses da
compra do primeiro equipamento, o banco da Cat® (Cat® Financial)
liberou o primeiro financiamento de uma Minicarregadeira nova.
Daí por diante, comprávamos uma a cada seis meses”, lembra.
A força da parceria entre a Só Terra e a Sotreq pode ser facilmente percebida pelos números da frota. Atualmente a empresa contabiliza 26 equipamentos Cat®. As Minicarregadeiras responsáveis
pelo início da expansão contam com o apoio das Miniescavadeiras
302.5C e 302.7D CR, dos rolos compactadores 423E e 533E e
das motoniveladoras 120. Escavadeiras hidráulicas 315 CL,
315 DL e 320D e as retroescavadeiras 416E e 420E também fazem
parte da frota.
Referência na região, a Só Terra tem um sistema de parceria com
diversas empresas, como o complexo de granjas Cobb e a Damha
Urbanizadora. Para se ter uma ideia, os equipamentos já operaram
em frentes de trabalho em Ipiguá, Catanduva, Birigui, Assis e Marília.
Com alta capacidade e desempenho, a eficiência dos equipamentos Cat® tem sido comprovada nos diferentes locais de atuação da
Só Terra. “Optamos por essa frota por conta da baixa manutenção e
da durabilidade”, afirma Mauricio.
Outras vantagens são a qualidade do atendimento da Sotreq de
São José do Rio Preto e a rapidez na entrega de todas as peças. Com
a agilidade na reposição, e para evitar paradas inesperadas, os equipamentos são rapidamente consertados e voltam ao trabalho sem
prejudicar os cronogramas.
“A Só Terra conta com uma equipe de mecânicos próprios para
fazer a manutenção dos equipamentos que estão fora da garantia.
Eles fazem questão de adquirir peças originais”, diz Paulo Cardoso,
um dos responsáveis pelo atendimento da Só Terra na Sotreq de São
José do Rio Preto.
Se depender do empresário, a parceria tende a crescer nos próximos anos. “Pretendemos continuar com o apoio da Sotreq e da
Cat® Financial para ganhar um destaque ainda maior e atender as
expectativas de nossos clientes”, conclui Mauricio.
REVISTA ELO
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Construção
nova lima
Versatilidade e
força
Empresa chilena utiliza
equipamento Cat® para monitorar
o uso de grandes pneus de
caminhões fora de estrada
Foto: roberto rocha
Por Frederico Alberti
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REVISTA ELO
m
onitorar o uso de grandes pneus utilizados por caminhões fora de estrada
que atuam na indústria de mineração
não é uma tarefa simples. Para tanto, a Bailac, empresa chilena presente no Brasil desde 2004, adquiriu neste ano a pá-carregadeira 988H. O equipamento integra o contrato de gestão mantido pela Bailac
com a Anglo American e que está em operação em
Conceição do Mato Dentro (MG).
De acordo com Roraldo Vaz de Melo Ferreira
Filho, Diretor Comercial da Bailac, a pá-carregadeira
tem como vantagem o deslocamento até a cava, mesmo em dias de chuva, e o recolhimento do pneu em
caso de troca ou de manutenção. “Para esse serviço
foi preciso retirar a caçamba e acoplar um braço mecânico que proporcionasse os movimentos necessários à manipulação do pneu”, explica.
Para se ter uma ideia da complexidade da operação
basta dizer que um pneu pesa cinco toneladas. Com
o aro e a blindagem, pode chegar a 11 toneladas. A
troca de um material como esse requer um equipamento versátil e de qualidade. “As mineradoras estão
muito exigentes em relação à segurança. Nesse aspecto, os equipamentos Cat® atendem perfeitamente
às normas e aos procedimentos de operação”, destaca Ferreira Filho.
No Brasil, a pá-carregadeira Cat® é a primeira criada para essa finalidade, que não é própria do segmento de mineração. “Por isso, escolhemos um fornecedor reconhecido como a Sotreq para trazer essa
solução”, diz o diretor.
Atendimento personalizado
O atendimento prestado pela Sotreq foi fundamental para o sucesso do contrato firmado entre Bailac
e Anglo American. “Para instalar todos os comandos hidráulicos, foi preciso ter uma sintonia entre
a engenharia do equipamento e a engenharia do
fornecedor do braço mecânico”, ressalta Ferreira
Filho. A interação funcionou muito bem e o equipamento parece ter sido fabricado originalmente dessa forma.
De acordo com Antônio Lage, Representante de
Vendas da Sotreq, a máquina adquirida pela Bailac
foi fabricada em Aurora, nos Estados Unidos, já que
não havia equipamento que atendesse a demanda
da empresa chilena em território brasileiro. Ele afirma que a pá-carregadeira vai rodar cerca de mil horas por ano e contará com um contrato de manutenção preventiva para as primeiras duas mil horas,
o que corresponde a, aproximadamente, dois anos
de operações.
REVISTA ELO
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Construção
Assis
Suporte ao
produto nos
canaviais
Empresa que presta serviços de transporte e de
movimentação de bagaço de cana optou por equipamentos
Cat® pelo número de vantagens oferecidas
Por Marina Erbolato
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REVISTA ELO
D
veras devido à entrada do material no
sistema de arrefecimento dos equipamentos. Os operadores e os mantenedores efetuam um checklist a cada troca de
turno, que acontece de oito em oito horas, com limpezas e verificação de níveis
de fluidos e dos demais componentes.
A empresa também atua nos processos
de enleiramento, enfardamento e trituração da palha de cana. O material é originado da lavoura após a colheita e preparado para queimar na caldeira da indústria.
“A Hengel presta a operação com excelência e vem crescendo a cada ano como
mais uma opção de biomassa”, afirma
Hudson Luiz Rodrigues, Representante
de Máquinas da Sotreq.
Ele explica que a Caterpillar e a Sotreq
são as únicas empresas que oferecem elevado padrão de disponibilidade e durabilidade para o mercado de energia. “A
Hengel sempre valorizou essa parceria,
fazendo da Sotreq parte de sua estrutura
ao prestar serviços aos seus clientes. Oferecemos cobertura dedicada dos equipamentos, suporte ao produto com contrato
de Programa de Manutenção Preventiva
Apoio em tempo integral
(PMP) e monitoramento em todos os
A frota é utilizada na movimentação e equipamentos, além de atendimento difeno carregamento de bagaço de cana. Essa renciado do Sotreq The Cat® Rental Store
operação é considerada uma das mais se- nas eventuais necessidades”, conclui.
Fotos: Diogo Fotografia
esde 1985, a Hengel, atua na cidade de Assis, interior de São
Paulo, na prestação de serviços de transporte e de movimentação de
biomassas – entre elas o bagaço da cana
– dentro dos principais grupos do setor
sucroenergético e de agroenergia. Para
se destacar nesse mercado, a empresa
conta com equipamentos Cat®.
“Durante a safra, a indústria funciona em período integral e precisamos de
equipamentos que estejam prontos para
atender. Por isso, suporte e disponibilidade são fundamentais”, afirma Nilton
Villas Boas, Diretor da empresa.
Hoje, a Hengel possui 45 equipamentos, entre eles, as pás carregadeiras 938G
e 938H. Para completar a frota, a empresa adquiriu este ano 15 unidades
do modelo 938K, que apresenta menor
consumo de combustível, maior força
e potência. “Precisamos estar amparados por nossos parceiros. A Sotreq nos
proporciona suporte e preparação quando o assunto é atendimento e treinamento”, completa.
REVISTA ELO
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Construção
moju
Inovação e
eficiência
Sococo investe em equipamentos Cat®
para a manutenção de uma das maiores
fazendas produtoras de coco no mundo
Por Ana Paula Sousa
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REVISTA ELO
Para manter um dos maiores coqueirais do planeta, a empresa conta com uma frota moderna e eficiente
l
Fotos: raimundo pacco
íder no mercado de derivados de coco no
Brasil, a Sococo nasceu em 1966. Para ampliar e aperfeiçoar a produção dos frutos da
fazenda que mantinha em Alagoas, a empresa procurou o Institut de Recherche pour Les Huiles et
Oleagineux (IRHO), órgão francês especialista em
árvores do tipo palmáceas, como o coqueiro. A ideia
era encontrar o melhor lugar para novos plantios.
Após uma série de análises, a primeira fazenda
da Sococo fora do Nordeste foi instalada em 1979
no município de Moju, a 110 quilômetros de Belém
(PA). O coqueiral da empresa se expandiu a ponto de
ser considerado um dos maiores do planeta.
A fazenda paraense tem cerca de 1 milhão de coqueiros e colhe mais de 500 mil frutos por dia. Boa
parte desse processo de expansão da unidade de
Moju foi acompanhado de perto pela filial da Sotreq
de Belém.
Relação de confiança
Os equipamentos Cat®, adquiridos por meio da parceria entre a Sococo e a Sotreq, têm um papel importante na manutenção de terra da fazenda. A frota é composta por uma motoniveladora 120H, um
rolo compactador 423E, duas retroescavadeiras 416E
e duas pás-carregadeiras 924G/H, além de uma motoniveladora 120K, adquirida há cerca de dois meses.
A unidade de Ananindeua, cidade paraense onde se
localiza a Amafibra, empresa do grupo especializada
na produção do substrato de fibra de coco, tem em sua
frota uma escavadeira 320D, adquirida recentemente
para retirar o fruto de caçambas e levá-lo para o setor
que dá início ao procedimento.
De acordo com Alberto Jorge Maynart Tenório,
Superintendente da Sococo, a frota Cat® oferece ótimo
custo-benefício e não se desvaloriza no mercado. “Tem
também a questão da segurança transmitida pela empresa. A seriedade faz toda a diferença”, afirma.
O pós-venda oferecido pela Sotreq é outro ponto decisivo na escolha dos equipamentos. “Quando preciso, ligo direto para os gerentes da Sotreq e
agendo o atendimento, que é muito rápido, levando em consideração que o Estado do Pará é praticamente um país”, diz.
Danilo Pinheiro, Representante de Vendas da Sotreq
e responsável pelo atendimento da Sococo, explica
que a empresa contrata o Programa de Manutenção
Preventiva (PMP) e que, em caso de reforma ou de
manutenção, são usadas apenas peças originais. “Somos responsáveis por toda a manutenção dos equipamentos na garantia e também fornecemos as peças originais para que os próprios mecânicos da Sococo as
utilizem”, explica.
A excelência no serviço tem sido fundamental para
que a parceria perdure por tantos anos. “É muito bom
ter um fornecedor de qualidade. Nós, como clientes,
estamos bem satisfeitos com os equipamentos e com
a relação com a Sotreq”, conclui Tenório.
REVISTA ELO
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Construção
paraviana
a todo vapor
Com equipamentos Cat®, as obras do programa “Minha Casa,
Minha Vida” em Boa Vista (Rr) impulsionam a economia da região
Por Danylo Martins
C
apitaneadas pela Renovo, as obras do
Programa “Minha Casa, Minha Vida”, do
Governo Federal, contam com diversos
equipamentos Cat®, comercializados pela Sotreq.
As operações são realizadas na cidade de Boa Vista,
em Roraima.
Segundo Clerlânio Holanda, Sócio Diretor da
Renovo, mais de 1.250 unidades habitacionais já foram entregues em 2014. “Entregamos as unidades
com infraestrutura completa, rede de água, pavimentação, drenagem profunda e asfalto”, afirma Clerlânio,
que também faz uso dos equipamentos Cat® na empresa Recel, da qual participa da sociedade.
A eficiência e a produtividade na execução foram
alcançadas com os equipamentos Cat®. “Eles tornam
a obra mais rápida, sem falar na assistência local que
dá suporte para a aquisição, a manutenção e a reposição de peças”, explica.
Na prática, as ferramentas facilitam o trabalho de
pessoas que anteriormente precisavam de carrinhos
de mão para transportar argamassa. Para Clerlânio,
a nova frota é diferenciada em termos de produtividade, consumo de combustível e custo-benefício.
Com isso, o rendimento final é multiplicado.
Além da construção de casas populares, o projeto inclui terraplenagem, construção de estradas e
pavimentação, entre outras obras. A qualidade está
presente em todas as etapas das operações.
“Adquiri os equipamentos desde a primeira fase. As
retroescavadeiras ajudam no abastecimento e na
drenagem, enquanto o rolo compactador auxilia na
pavimentação. Já a pá-carregadeira é ótima para o
transporte de materiais”, exemplifica.
Para Clerlânio, as obras são de fundamental importância para a cidade de Boa Vista. “Quando uma
empresa adquire um equipamento, aparecem outros projetos nos quais pode usá-lo. Com isso, existe
uma demanda maior por mão de obra, o que contribui para todo o processo da cadeia produtiva”, conta. Ele diz também que hoje as empresas de Roraima
não precisam mais buscar equipamentos em Manaus
(AM), como faziam há alguns anos.
©1
Logística
valores
na prática
A empresa Soimpex otimiza os seus
serviços técnicos, aliando-os à
garantia da preservação ambiental,
como no caso da instalação de mais
uma cabine de pintura e da estação
de tratamento de efluentes (ETE)
©2
A cabine é
equipada com
sistema que
impede que os
resíduos de tinta
contaminem o
meio ambiente
Por Ana Paula Sousa
©2
©2
Fotos: ©1 jader zouza, ©2 lucas aboudib
p
ara a Soimpex, responsabilidade social e desenvolvimento sustentável são conceitos que
vão muito além da teoria. Desde a sua fundação, em 2012, a empresa de importação e logística do
Grupo Sotreq reconhece a importância das questões
socioambientais e investe em tecnologias que contribuam para o desenvolvimento de suas atividades
sem afetar o meio ambiente.
Com a missão de aprimorar constantemente a gestão de sustentabilidade, a Soimpex investiu em cabines de pinturas. Os equipamentos estão localizados
no Centro Logístico, situado em Serra (ES) e funcionam com a troca controlada do ar. Em 2012, logo no
começo das operações, o primeiro equipamento foi
implantado, já a segunda cabine de pintura foi adquirida no início de 2014. Elas são equipadas com um
sistema que impede que os resíduos de tinta contaminem a atmosfera, o solo e até a água.
A pressão positiva da cabine evita a formação de
uma névoa de partículas que podem causar diversos
problemas de saúde a quem entrar em contato com
ela. O novo equipamento também otimiza o trabalho, já que, com a ausência de fragmentos, o processo
de pintura ganha em qualidade e em agilidade, pois
permite ao funcionário permanecer por mais tempo
em segurança dentro da cabine.
“A conquista da segunda cabine nos trouxe um melhor desempenho, ou seja, houve uma agilidade significativa na pré-entrega para o cliente final. Além desse retorno, ela favoreceu a adequação ambiental”, diz
Valeska Vasconcellos, Gerente Comercial da Soimpex.
Com o intuito de aprimorar também seu sistema de gestão de resíduos, a Soimpex implantou em
seu Centro Logístico uma Estação de Tratamento de
Efluentes (ETE), que reaproveita as águas provenientes
da lavagem de veículos, de equipamentos e de peças.
O índice de reutilização varia de acordo com as
características das substâncias lavadas, mas pode
chegar a 80%. “Contribuímos para a conservação
de um dos recursos naturais mais importantes e
também economizamos, já que a conta de água e de
esgoto sofre uma boa redução”, explica a Gerente.
O benefício não se estende apenas aos resíduos líquidos. A Soimpex possui um plano de gerenciamento de resíduos sólidos que coleta, identifica, monitora e dá o destino correto para todos os detritos
gerados nos serviços técnicos de pré-entrega, de lavagem, de pintura e de reparos do Centro Logístico.
Esses materiais são segregados de acordo com a
legislação vigente e classificados como perigosos e
não perigosos. O primeiro grupo inclui lâmpadas
fluorescentes, baterias e plásticos contaminados.
No segundo, ficam madeira, papel, papelão e plástico. Os materiais que estão em boas condições seguem para a reciclagem, enquanto os contaminados (danosos) recebem uma destinação definida
por uma legislação específica.
“Nossas políticas são um diferencial no mercado. O importante é ressaltar que essa é uma preocupação que faz parte dos valores da Soimpex e do
Grupo Sotreq”, conclui Valeska.
REVISTA ELO
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Foto: divulgação
Capa
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REVISTA ELO
Segurança
em primeiro
lugar
Parceria entre a Caterpillar e a Seeing Machines
oferece tecnologia de monitoramento de fadiga para
o segmento de mineração. Entenda os diferenciais
do serviço e a atuação do grupo Sotreq – um dos
primeiros revendedores a apostar no sistema
Por Camilla Chevitarese
REVISTA ELO
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Capa
inspirados no mesmo nível de tecnologia usada em
área militar, de modo a garantir a operação. Os equipamentos conseguem fazer uma leitura dos olhos e
de todo o rosto do operador por meio de algoritmos,
raios infravermelhos e técnicas de processamento de
imagens, resultando em uma avaliação contínua de
sonolência e de distração.
Um dos diferenciais do DSS é que ele funciona em
qualquer tipo de operação – inclusive nas ininterruptas, conhecidas como 24/7 – e não requer o uso
de óculos e de capacetes. “O equipamento é instalado na cabine do veículo e não ao lado do motorista,
deixando-o mais à vontade para trabalhar, enquanto o DSS permanece alerta e detecta qualquer momento de distração”, explica Morales. A ferramenta faz um reconhecimento automático do rosto de
cada operador e não é preciso parar a operação em
situações de troca de turno.
Ao detectar um comportamento inadequado, o
sistema imediatamente dispara alarmes sonoros e
faz com que o assento vibre. O GPS integrado também rastreia o trajeto e sinaliza qualquer desvio de
rota. Todos os dados são coletados e enviados para
o escritório central, onde o software de gestão de fadiga fará a avaliação do evento de modo a propor a
melhor resposta.
“O objetivo não é apenas chamar a atenção do operador, mas sim agir com base nos dados recebidos
e definir uma estratégia de alocação de operadores
por turno. É possível até identificar qual período do
dia é mais indicado para cada operador trabalhar”,
diz Peixoto.
Níveis de informações e alertas
No primeiro nível de informação, o sistema instalado
na cabine tem a função de detectar e alertar o operador
da ocorrência de eventos, diminuindo riscos potenciais
de acidentes. Os alarmes são sonoros e com a vibração
do assento.
O segundo nível de informação gera dados para os
supervisores da frota. As informações são enviadas por
meio da rede até o sistema de gerenciamento de frota no
escritório. Dessa forma, o supervisor pode intervir no
caso imediatamente, evitando o acidente.
Como funciona
O terceiro nível de informação compila todas as inO sistema segue todas as normas que um ambiente formações de eventos em um banco de dados, que serão
de mineração precisa. Possui conectores de hardware utilizadas para criar uma estratégia para evitar a fadiga.
30
REVISTA ELO
Fotos: roberto rocha
E
m maio de 2013, a Caterpillar assinou um
acordo de aliança com a Seeing Machines
para oferecer tecnologia de monitoramento
de fadiga por meio dos revendedores autorizados.
O objetivo da parceria é disponibilizar um serviço
completo de monitoramento, visando aumentar a segurança dos operadores.
Com sede em Canberra, na Austrália, a Seeing
Machines é líder no mercado e conta com 2.500 unidades do sistema instaladas em 22 países. Formada por
um time de profissionais com PhD no estudo do sono,
a empresa atua com o hardware DSS (Driver State
Sensor) instalado dentro do equipamento e capaz de fazer a leitura dos olhos e da face do operador para detectar momentos de distração e de fadiga. Essa tecnologia
já é utilizada em outras áreas como aviação e transporte.
Moderno e inovador, o sistema chamou a atenção
da Sotreq, que foi um dos primeiros revendedores a
comercializar a solução. “O Brasil é um dos principais mercados de mineração no mundo e demanda
tecnologias que auxiliem na produtividade e na segurança das operações. Para a Sotreq, que trabalha com
os principais players de mineração do País, oferecer
esse sistema demonstra a preocupação constante com
a segurança em operações de equipamentos na mina”,
afirma Bruno Peixoto, Gerente de Desenvolvimento
Comercial da Sotreq.
Para ele, a proposta possibilita aos clientes de todo
o Brasil um nível maior de segurança durante as
operações. “O objetivo não é apenas monitorar, mas
oferecer um serviço de gestão de modo a determinar
a melhor resposta para um incidente de fadiga e de
distração. É fundamental que as empresas acompanhem os níveis de fadiga dos profissionais envolvidos
na operação”, comenta.
A implantação dessa tecnologia em solo brasileiro
terá o apoio da unidade chilena da Seeing Machines.
“Temos uma equipe de 20 profissionais em Santiago,
que trabalham focados na parte comercial, técnica e
administrativa de todos os revendedores na América
Latina. Estamos muito empenhados nessa parceria
com a Sotreq”, conta Jorge Morales, Gerente Geral
da Seeing Machines Latin America.
Maleta de
demonstração
Para auxiliar na visualização do sistema criado
pela Seeing Machines, a Sotreq adquiriu uma ma‑
leta de demonstração em formato de pelican
case (maleta portátil reforçada). Dentro dela,
estão todos os hardwares que serão instalados
no interior do caminhão para que o cliente pos‑
sa conhecê‑los melhor.
A maleta também conta com dispositivo de vi‑
bração e do alarme sonoro emitido quando é
detectado um momento de fadiga. Uma tela de
cristal líquido possibilita acesso ao software de
gestão de dados.
O que é a
fadiga?
A fadiga é um processo contínuo desenvolvido pelo
cérebro que pode ser manifestado por uma sé‑
rie de hábitos como abrir e fechar os olhos rapi‑
damente, queda das pálpebras, bocejos, cochilos
e movimentos de cabeça.
Um dos fatores responsáveis pela fadiga é a
privação do sono. Dormir mal pode gerar conse‑
quências graves, entre elas, alteração dos ritmos
cardíacos, confusão mental e sonolência, além do
próprio cansaço.
Tais sintomas são fatores de risco para a conduta
segura, afinal, eles esgotam a capacidade de diri‑
gir, diminuem a concentração e contribuem para
o comportamento agressivo e o mau humor. A
fadiga também altera certas expressões faciais.
Daí a importância de ter uma ferramenta capaz
de ler os movimentos do rosto para detectar os
períodos de distração.
REVISTA ELO
31
Capa
Instalação e assistência
Ao adquirir o DSS, a primeira etapa é a instalação
dos hardwares nos caminhões. Em seguida, é realizada a instalação do software de gerenciamento no
centro de despacho ou no escritório central. Ao final,
é feita a configuração de todo o sistema.
O suporte também é dividido em dois momentos. O
primeiro deles é a instalação e manutenção do sistema,
chamado de on-site, que será desenvolvido por técnicos da Sotreq capacitados para implantar o sistema.
Já o segundo permite acessar todo o pacote de
serviços adquiridos na licença do produto, entre
eles a análise de dados, os alarmes em tempo real,
o envio de relatórios estatísticos e de diagnóstico
da frota e o monitoramento dos eventos a qualquer
dia e horário. Quando uma situação de fadiga é detectada, esse dado também é enviado para a Seeing
Machines, que trabalha junto com o cliente para
minimizar problemas.
Fácil de ser utilizado, o software instalado no centro de despacho ou no escritório central permite o
acesso a toda a frota e é sinalizado por cores. Verde
significa que estão operando normalmente, enquanto o amarelo pode ter operadores entrando em período de fadiga e o vermelho representa os motoristas
que já foram alertados e estão em estado de atenção.
Durante o primeiro mês de gerenciamento de fadiga o sistema é configurado, porém os alarmes dentro
da cabine do equipamento são desativados. Esta ação
permite a visualização do número de eventos de fadiga que acontecem e não são efetivamente identificados, gerando assim o base line (média) de eventos.
Após o primeiro mês, o sistema de alarme na cabine
é ativado e pode-se verificar uma queda substancial
implementação
Taxa de incidência
normalizada de eventos
visualização do
estado da frota
(em relação com a linha base)
antes da
implementação
1,4
durante a
implementação
1,2
1,0
após a
implementação
Eventos de fadiga
Eventos de distração
0,8
0,6
0,4
0,2
0,0
janeiro e fevereiro
32
REVISTA ELO
março
de abril a setembro
Foto: divulgação infográfico: reprodução Seeing machines
1,6
nos eventos de fadiga, permitindo assim iniciar o gerenciamento e a definição de um protocolo de resposta à fadiga. “Algumas operações desconhecem a
quantidade de eventos de fadiga e distração. Depois
que os alarmes são habilitados dentro da cabine, os
números caem drasticamente”, revela Peixoto.
Em um primeiro momento, o serviço será disponibilizado para a frota de transporte, formada basicamente por caminhões. Mas ele também pode ser
instalado em outros equipamentos, como o trator de
esteira ou a carregadeira de rodas.
A boa notícia é que o sistema não é exclusivo para
equipamentos novos. Os que já estão em operação
também poderão contar com a ferramenta, que,
inclusive, funciona em frotas mistas (formada por
equipamentos Cat® e de outros fabricantes).
Manutenção e Suporte
Realizada por técnicos altamente capacitados da
Sotreq, a manutenção faz parte do pacote de serviços
oferecidos aos clientes que se interessam pelo monitoramento de fadiga. Como a empresa já conta com
uma estrutura voltada para os sistemas de alta tecnologia, não foi necessário realizar treinamentos específicos. Pensando em atender ao cliente da melhor
forma possível, a Sotreq conta com unidades próximas a todas as minas em operação.
Ciente da importância de atuar ao lado de uma
empresa com o porte da Sotreq, Morales ressalta:
“Em todo o tempo em que trabalhamos juntos, a
Sotreq demonstrou por que é uma das principais
fornecedoras de equipamentos para mineração. Os
profissionais fazem um excelente trabalho de acompanhamento e de suporte, duas etapas essenciais
para ganhar a confiança dos clientes”.
O Gerente Geral da Seeing Machines Latin
America destaca ainda que a tecnologia criada pela
empresa australiana requer um time de técnicos
com qualificações adequadas e alto nível de serviço.
Os clientes estão bastante satisfeitos com a ferramenta. A durabilidade e a robustez estão entre
os pontos destacados pelos consumidores. Além
disso, eles citam a possibilidade de contar com
um sistema completo de gestão em vez de trabalhar simplesmente com alertas.
A parceria entre a Sotreq e a Seeing Machines, que
começou em 2014, irá crescer ainda mais. “Nosso objetivo é consolidar a ferramenta DSS no Brasil como
a tecnologia mais eficaz do mercado para melhorar a
produtividade das operações”, finaliza Morales.
REVISTA ELO
33
Tecnologia
Gestão
tecnológica
Sistema Trimble, desenvolvido pela Sitech, facilita a gestão
das máquinas e da obra, que pode ser acompanhada em
tempo real de qualquer lugar do mundo
Por Marco Antônio Corteleti
Sistema Trimble, que
possibilita executar
operações com
desempenho e
qualidade acima
da média
34
REVISTA ELO
Foto: divulgação
E
mpresa operada pelo Grupo
Sotreq desde 2010 no Brasil, a
Sitech é responsável pela tecnologia Trimble, que permite às máquinas
Cat® executarem suas operações com
desempenho e qualidade acima da média do mercado. As soluções em tecnologias embarcadas da Sitech fizeram da
empresa a líder mundial em inteligência
operacional para construção, com presença em 70 países. Desenvolvida nos
Estados Unidos, a Trimble é responsável
por cerca de 20 patentes na área de tecnologia embarcada.
De acordo com o Gerente Geral da
Sitech Giandri Machado, o sistema
Trimble permite que os gestores da obra
acompanhem, de qualquer parte do mundo, o desempenho e a qualidade dos trabalhos em tempo real, além dos métodos
construtivos. “Essa automação facilita a
gestão da obra e do equipamento, controlando de forma mais precisa a atuação da
motoniveladora e do trator-esteira, além
de aumentar a precisão dos trabalhos da
escavadeira, permitindo que os gestores
vejam de forma online, em tempo real,
tudo o que está acontecendo enquanto o
trabalho é realizado”, afirma.
O princípio básico da automação, segundo Machado, é colocar as diretrizes
do implemento para serem executadas
no computador de bordo que contém a
tecnologia Trimble, ou seja, embarcar o
projeto da obra no computador de bordo de forma a ver como o implemento está operando em relação às diversas
fases da obra e às suas cotas de corte e
de aterro. “O operador torna-se, em alguns casos, o orientador do equipamento, que tem seus implementos controlados pelo computador de bordo Trimble,
que, por sua vez, retorna em tempo real
e em três dimensões para o operador a
forma como o projeto está sendo executado”, explica.
Ganhos de até 500%
Para o gestor da Sitech, o aumento do
desempenho proporcionado pela tecnologia pode variar de 40% a 500%. “A
implantação traz uma série de benefícios para os clientes, como a economia
de combustíveis, de recursos humanos
e até mesmo de retrabalho, pois alguns
procedimentos como a colocação de estacas usadas como referências de cota e
a movimentação da equipe topográfica durante certas operações, podem ser
evitados e até eliminados”, explica.
O sistema e seus diferentes níveis de
tecnologia, em duas e em três dimensões, também permitem ganhos em
uma matriz de benefício ampla como
em saúde, em segurança e em meio
ambiente, visto que a tecnologia embarcada inclui informações sobre o relevo no qual a máquina irá operar, indicando trechos íngremes e a posição
atual da máquina, permitindo ao operador eliminar risco de queda e outros
procedimentos que comprometam esses três temas.
Entre os principais clientes da Sitech
estão a Usina de Belo Monte, no Pará, e a
Construtora Barbosa Mello, responsável
pela ampliação do acesso do Aeroporto
de Confins, na Grande Belo Horizonte,
e por prestar serviços à Mineradora
Vale, na mina de Carajás, também no
Pará. Além de empresas menores, entre
elas, a Alex André Terraplenagem, que
tem 100% de sua frota de motoniveladoras automatizada.
REVISTA ELO
35
Movimentação de Materiais
capacitação
Profissional
Elfusa aposta em um programa de
treinamento dos colaboradores para
incentivar o bom uso dos equipamentos
Por rodrigo gallo
36
REVISTA ELO
Foto: marinheiro manso
m
anter um sistema de treinamento dos colaboradores é fundamental. Todo gestor, líder de setor ou supervisor sabe da importância de
ter colaboradores em processo constante de
capacitação e de reciclagem. Isso vale tanto para atividades simples quanto para operações mais complexas da rotina da companhia. Esse procedimento deve ser visto
como um investimento e não como um
gasto, já que o custo sempre vem atrelado a
uma série de benefícios a curto, a médio e a
longo prazos.
Ter profissionais treinados não é apenas
uma forma de ter rapidez, eficiência e maior
capacidade de lucro. A capacitação corresponde ao menor custo de manutenção de determinados equipamentos. Isso gera redução
nos índices de desgaste das peças e cuidado
redobrado com equipamentos sensíveis ou
passíveis de dano, em caso de mau uso.
Essa é justamente uma das necessidades
do setor de indústrias que operam frotas
pesadas, como as que atuam no mercado de
mineração e em áreas próximas a esse segmento. Uma das principais empresas nacionais de transformação mineral, a Elfusa,
passou por uma experiência bem-sucedida
de treinamento.
Para reduzir custos com a manutenção
dos 52 equipamentos utilizados, a companhia investiu na capacitação dos operado-
res de empilhadeiras. O resultado é que hoje, o manuseio da frota é bem melhor. Com isso, o tempo de
vida útil aumenta e gera economia com manutenção.
Valeu a pena
Dos 150 operadores que trabalham na empresa, 50 já
passaram pelo treinamento. “Os resultados são expressivos porque o processo de capacitação não envolve apenas a operação do equipamento em si, mas
também os cuidados necessários para evitar o desgaste de todas as máquinas. As empilhadeiras, por
exemplo, demoram mais tempo para entrar em processo de manutenção”, comemora Flávio Aprígio,
Gerente de Manutenção da Elfusa.
As vantagens do treinamento não param por aí.
Como a manutenção diminuiu, as empilhadeiras fi-
cam mais tempo à disposição da demanda de serviços. Ou seja, a produtividade da frota aumentou
consideravelmente. “Já temos previsão para treinar os 100 operadores restantes, pois o impacto na
economia é excelente”, completa Aprígio.
O programa de reciclagem durou uma semana
e totalizou mais de 40 horas de treinamento. As
aulas envolveram instruções básicas, porém essenciais para evitar o mau uso dos equipamentos.
“Orientamos o operador a entrar de forma correta na empilhadeira e a dar a partida sem prejudicá-la. Com essas noções, eles passaram a cuidar
mais da frota”, explica Amauri Lopes, Consultor
de Suporte ao Produto da Somov. “O sucesso do
trabalho da Elfusa fará com que outras empresas
adotem esse modelo de treinamento”, conclui.
REVISTA ELO
37
Petróleo e Marítimo
Missão
importante
Sistema de comboios hidroviários que utiliza motores
Cat® para transportar etanol começa a entrar em operação
Por Marco Antônio Corteleti
38
REVISTA ELO
O sistema de comboios na área fluvial opera com segurança e maior capacidade de manobra
Fotos: rubens cardia
E
m 2011, a Sotreq concluiu sua
maior venda em número de motores para o mercado fluvial. A
negociação foi feita com o Estaleiro Rio
Tietê e as instalações em Araçatuba, no
interior de São Paulo, foram concluídas
neste ano, quando o primeiro comboio
hidroviário que utiliza motores Cat® foi
entregue. O cliente final é a Transpetro,
braço da Petrobras responsável pela construção e pela operação de navios.
Segundo Daniel Andrade, Consultor
de Vendas do Mercado Marítimo da
Sotreq, os motores irão equipar 20
comboios de 150 metros de comprimento cada. Todos serão compostos
por um empurrador com dois motores de propulsão modelo C18 600HP
e dois grupos geradores C4.4, e quatro barcaças, que operam com grupos
geradores C9 para a transferência do
etanol. Ou seja, cada comboio necessita de oito equipamentos, somando 160
no total.
Os comboios transportarão etanol de
usinas localizadas em São Paulo, em Mato
Grosso do Sul e em Minas Gerais pela hidrovia Paraná-Tietê até o Terminal do
Anhembi, de onde o etanol será bombeado para a Refinaria de Paulínia. De lá, seguirá por terra até os portos de Santos (SP)
e Ilha D’Água (RJ) para ser exportado.
Essa é a primeira operação na área fluvial da Transpetro. Cada comboio terá
capacidade para transportar 7,6 milhões
de litros de etanol por viagem. Estima-se que 4 bilhões de litros de etanol sejam transportados por ano pela hidrovia
Paraná-Tietê.
Transporte fluvial
sustentável
O sistema permite que a carga seja utilizada com segurança e maior capacidade de manobra. A Sotreq montou
uma equipe exclusiva para atender ao
Estaleiro Rio Tietê e às suas filiais de
Araçatuba e de Bauru. De acordo com
Bruno Gueiros, Diretor de Produtos da
companhia, o trabalho da Sotreq é admirável. “Todos os equipamentos foram testados e aprovados, o que nos dá
a tranquilidade necessária para a operação dos próximos comboios”, afirma.
As principais vantagens do modal
hidroviário sobre o rodoviário são o
baixo consumo de combustível e, consequentemente, a redução na emissão
de poluentes, preservando o meio ambiente. Para se ter uma ideia, o transporte de uma carga por água libera 25%
de gás carbônico (CO2) e consome 20
vezes menos combustível do que o modelo rodoviário.
REVISTA ELO
39
��
Especial
60 anos Caterpillar Brasil
anos
de
sucesso
Referência em qualidade, a Caterpillar Brasil tem balanço positivo
das operações em solo nacional e torna-se a segunda melhor
empresa para se trabalhar no País
E
m 1954, a Caterpillar deu início à produção
de equipamentos em solo brasileiro. Na época, a empresa ocupava um pequeno galpão no
bairro da Lapa, em São Paulo (SP), e fabricava apenas a motoniveladora 12E. Hoje, comemora 60 anos
de atuação no País com uma linha de 40 modelos de
oito famílias de equipamentos para atender ao mercado brasileiro e exportar para outros 120 países.
Presidente da Caterpillar Brasil, Odair Renosto
conta que o País sempre foi um território importante para os negócios da empresa. “O Brasil é gigantesco, com muitos recursos naturais e um grande mercado interno. Nesses 60 anos, a população
brasileira expandiu-se quatro vezes e o PIB aumen-
40
REVISTA ELO
tou 25 vezes. A Caterpillar cresceu 60 vezes e é líder
nos setores em que atua”, comemora.
Os equipamentos produzidos no Brasil contribuíram diretamente para o desenvolvimento nacional.
A motoniveladora 12E, por exemplo, exerceu um
papel importante, sendo largamente utilizada nas
construções de Brasília, em 1960, e, posteriormente, as suas sucessoras estiveram na usina hidrelétrica de Itaipu, em 1984.
A frota fabricada em território nacional foi ampliada com as linhas de carregadeiras de rodas, tratores
de esteiras, escavadeiras hidráulicas, retroescavadeiras e compactadores de solo, além de grupos geradores e propulsores diesel-elétricos. Com isso, foi pos-
1954
1965
1976
Instalação
do primeiro
escritório da
Caterpillar
no Brasil
Atinge a marca de mil motoniveladoras
produzidas e o índice de nacionalização
alcança 95%. O primeiro lote de equipamentos
exportados segue para a Argentina, seguida
da Venezuela, do Uruguai e do México
Primeiro
equipamento
produzido na fábrica
de Piracicaba, a
escavadeira 225
1960
1980
Fábrica de Santo Amaro, em
São Paulo (SP), produz o primeiro
equipamento em território
nacional, a motoniveladora 12E
As exportações aumentam e o
crescimento na produção é dez vezes
maior. A empresa se transforma em uma
das 30 maiores exportadoras brasileiras
Fotos: divulgação
Por Camilla Chevitarese
sível participar de grandes obras, entre elas, a ponte
Rio-Niterói, as rodovias Transamazônica, Bandeirantes
e Anhanguera, e está hoje fortemente presente na
construção da usina de Belo Monte, com mais de 800
equipamentos em operação. Os produtos fabricados
na Caterpillar Brasil atuam em diversos segmentos
da economia, como Construção, Energia, Mineração
e Petróleo e Marítimo.
Frentes de atuação
Com aproximadamente sete mil funcionários, a
Caterpillar tem quatro fábricas em operação no
Brasil: em Piracicaba (SP) e em Campo Largo (PR)
funcionam as unidades de produção da linha amarela. Já em Curitiba (PR) fica a unidade da Perkins, produtora de motores, e, em Sete Lagoas (MG), a fabricante de locomotivas diesel-elétricas Progress Rail.
Inaugurada na década de 70, a unidade de
Piracicaba produz carregadeiras de rodas, motoniveladoras, tratores de esteiras, escavadeiras hidráulicas e compactadores de solo, sendo a maior operação
da Caterpillar no mundo em diversidade de produtos e em quantidade de funcionários – são quase cinco mil. Uma referência em qualidade dos produtos
e segurança das operações. Já a unidade de Campo
Largo, onde são produzidas retroescavadeiras e carregadeiras de rodas de pequeno porte, foi inaugurada em 2011 e representa um investimento de
R$ 180 milhões.
Para Odair, esse resultado é a busca pela melhoria
contínua, associada a estratégia de negócio consistente que visa a excelência. “Isso significa manter o
Funcionários da Caterpillar Brasil, na fábrica de Santo Amaro
(SP), na década de 60
equilíbrio entre propiciar um ambiente de trabalho
positivo para as pessoas, garantir excelentes resultados operacionais e entregar os melhores produtos aos
clientes”, afirma.
Reconhecimento
A Caterpillar Brasil é a única companhia que está
há oito anos consecutivos entre as cinco melhores empresas para trabalhar. Em 2014, ocupa a segunda colocação no ranking geral do guia “As 100
Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil”, avaliado pelo instituto Great Place to Work Institute e
publicado pela revista Época. Além de ser eleita a
segunda melhor empresa do setor Indústrias Automotivas pelo guia “As 150 Melhores Empresas para
Trabalhar no Brasil”, publicado pela revista Você
S/A com metodologia da FIA-USP. Para Odair, esse >>
1999
2011
Torna-se a primeira empresa brasileira
certificada em MRPII (Planejamento
de Recursos de Manufatura) e recebe
das mãos do Presidente da República o
Prêmio Nacional da Qualidade
Em novo ciclo de
expansão, é inaugurada
a fábrica de Campo
Largo, com a presença
do governador do Paraná
1994
2003
A Caterpillar Brasil conquista a
certificação ISO 9000 e lança
as carregadeiras 950 e 960F
no aniversário de 40 anos
Lança simultaneamente
16 equipamentos com
motores emissionados
2014
Consagra-se como referência
corporativa em qualidade do produto,
em desempenho de entrega, em
segurança e em engajamento
REVISTA ELO
41
Especial
60 anos Caterpillar Brasil
“(...) A combinação de um equipamento Cat®
com o suporte ao produto da Sotreq
é a fórmula de sucesso dessa parceria”
Renato Pimentel, Diretor Executivo da Sotreq
“(...) Nesses 60 anos, a população brasileira
expandiu-se quatro vezes e o PIB aumentou
25 vezes. A Caterpillar cresceu 60 vezes e
é líder nos setores em que atua”
odair renosto, Presidente da Caterpillar Brasil
>> reconhecimento é fruto da manutenção de um ambiente de trabalho positivo, justo e estimulante, que
atende aos anseios dos funcionários.
Sustentabilidade é outra questão de extrema importância. “Adotamos práticas sustentáveis desde que
lançamos o Código de Ética, em 1974. Para nós, a
sustentabilidade é o poder da longevidade”, conta o
Presidente. Vale lembrar que a Caterpillar apoia diversos projetos socioambientais.
Parceria com a Sotreq
De acordo com o ranking da Fortune, a Caterpillar é
a 35ª marca mais admirada no mundo. Isso se deve,
em grande parte, à relação com os revendedores que
a representam, como a Sotreq. “A empresa se diferencia no mercado por oferecer produtos de qualidade e de alta performance. A combinação de um equipamento Cat® com o suporte ao produto da Sotreq é
a fórmula de sucesso dessa parceria”, afirma Renato
Pimentel, Diretor Executivo da Sotreq.
A parceria com a Sotreq foi firmada em 1941, antes mesmo da Caterpillar se instalar no Brasil. No
início, o contrato previa equipamentos apenas para o
Distrito Federal e para os Estados do Rio de Janeiro
e do Espírito Santo. “De lá para cá, nosso território cresceu da mesma forma que o portfólio de produtos da Caterpillar. No início, eram equipamentos importados, principalmente tratores de esteiras e
motoescrêiperes. Até que, em 1960, começaram a fabricar em São Paulo a motoniveladora 12E e, em seguida, o motoescrêiper 619C”, comenta Renato.
42
REVISTA ELO
©1
Os primeiros anos de atuação no País foram focados nos equipamentos para construção. “Ao longo das últimas décadas, a Caterpillar e a Sotreq expandiram os seus produtos e as suas especializações
abrangendo outros mercados, como Mineração,
Florestal, Pavimentação, Geração de Energia e
Petróleo e Marítimo”, acrescenta.
Com mais de 70 anos de história, a Sotreq está em
constante evolução e atua em todos os segmentos da
companhia global. “Para o mercado de Construção,
os equipamentos mais procurados são as retroescavadeiras 416E, as escavadeiras hidráulicas 320D e
as carregadeiras 924K. Já para Geração de Energia,
a liderança de mercado vem com os motores da família 3500C”, conta.
Para o Diretor Executivo, uma das grandes vantagens de ter um parceiro como a Caterpillar é estar ao lado de uma empresa líder de mercado, que
está constantemente investindo em novos produtos
e tecnologias.
Outro ponto é o alinhamento de princípios entre a
Sotreq e a Caterpillar. “Isso se traduz no compromisso de entregar aos clientes que compram um produto
Cat® o máximo de valor. A continuidade dessa proposta, ao longo do ciclo de vida dos produtos, é garantida pelo suporte pós-venda da Sotreq”, diz Pimentel,
que acredita ser papel do revendedor garantir que as
inovações e as tecnologias incorporadas aos produtos
sejam melhor utilizadas pelos clientes. “Para isso, investimos constantemente na formação e no desenvolvimento de nossas equipes”, conclui.
Fotos: ©1 divulgação, ©2 André silva
©1
Evento
pbr
Caterpillar e Sotreq
apoiam competições
de montaria
Organizados pela empresa global PBR, os eventos
esportivos contaram com a minicarregadeira série D
Por Camilla Chevitarese
A
Caterpillar firmou neste ano uma parceria
global com a Professional Bull Riders (PBR),
que organiza eventos de montaria em touro,
e apoiou as etapas realizadas no Brasil.
“Queríamos ter a oportunidade de apresentar
nossas máquinas a novos clientes que nunca adquiriram um equipamento Cat®, mas estão interessados em conhecer nossos produtos”, comenta Sabrina Tinoco, Representante da Indústria de
Construção da Caterpillar.
Para auxiliar na montagem e na manutenção das
arenas antes, durante e depois do evento, a Caterpillar
disponibilizou a Minicarregadeira Série D. “O equipamento foi escolhido por ser extremamente versátil e ser capaz de realizar todas as tarefas demandadas para a realização de um evento desse porte com
segurança, conforto e eficiência”, destaca Sabrina. Todas as etapas da PBR Brasil de 2014 contaram com a
participação das Minicarregadeiras Série D.
Os diferenciais dessa série de Minicarregadeiras
são a cabine de peça única reprojetada – vedada e
pressurizada –, que oferece maior conforto ao operador, e o novo projeto de braço, com nivelamento
inteligente e maior facilidade de manutenção. Traz
ainda um sistema de absorção de impactos sensível à
velocidade, que proporciona um deslocamento mais
suave para a retenção do material.
“É um produto de menor porte que conta com diversos tipos de ferramentas de trabalho para realizar as mais variadas funções. Além disso, tem fácil transporte e operação”, explica Renata Tavares,
Analista de Marketing da Sotreq. Outros destaques
do equipamento são o sistema hidráulico, mais rápido para maiores forças de levantamento e de desa-
©2
©2
gregação, e o amortecimento eletrônico, que amortece o braço de levantamento antes de uma parada
para manuseio mais suave do acessório.
Ações de relacionamento
Os convidados assistiram às etapas de Americana (SP),
Quirinópolis (GO), São José do Rio Preto (SP), Frutal
(MG), Catalão (GO), Barretos (SP), Cláudio (MG),
Leme (SP) e Jaguariúna (SP). “Eles gostaram de ver a
Minicarregadeira em operação nas arenas”, diz Renata.
A Sotreq distribuiu chapéus personalizados, prospectou clientes por meio da ação de promotoras e fez
demonstração dos equipamentos em três etapas da
competição: Americana (SP), São José do Rio Preto
(SP) e Quirinópolis (GO). O patrocínio teve ainda a
inclusão das logomarcas na arena e a exibição de um
vídeo institucional da Caterpillar durante o evento.
Essa é a primeira vez que a Caterpillar e a Sotreq
apoiam competições de montaria. “Acreditamos que
essas ações contribuíram para elevar o nível da lembrança e o envolvimento com a marca junto a um
grande público”, afirma Martha Cajado, Diretora
Geral da PBR Brasil.
REVISTA ELO
43
Evento
Rio Oil & Gas 2014
Sotreq mostra seus
diferenciais na Rio Oil & Gas 2014
Evento que ocorreu no Rio de Janeiro, durante o mês de setembro,
reafirmou o potencial da Sotreq e da Caterpillar no segmento de óleo e gás
Por simone tavares
M
ais de 55 mil visitantes de todo mundo
circularam pelos corredores do Centro de
Convenções Riocentro, no Rio de Janeiro
(RJ), entre os dias 15 e 18 de setembro, para conferir as
novidades e firmar parcerias na Rio Oil & Gas Expo
and Conference 2014. O evento bianual, considerado o principal da América Latina, teve a participação
da Sotreq, revendedora da Caterpillar no Brasil. Na
ocasião, a empresa apresentou seu portfólio de produtos e foi uma das empresas-âncora da Rodada de
Negócios, promovida pela Organização Nacional da
Indústria de Petróleo (Onip).
Ao longo do evento, a Sotreq recebeu clientes,
operadores, fornecedores e grandes líderes de mercado em seu estande, no pavilhão três, um dos mais
bem localizados do evento. “Do ponto de vista de
visibilidade de marca, a Sotreq e a Caterpillar criaram uma atmosfera moderna e dinâmica com telas de vídeo e displays que destacaram os produtos.
O espaço aberto convidava os participantes a pararem e a interagirem conosco”, observa Reese Jones,
Gerente Comercial da Caterpillar para o segmento
de Óleo e Gás no Brasil.
44
REVISTA ELO
REFERÊNCIA NO MERCADO GLOBAL
Na feira deste ano, em especial, a Sotreq e a Caterpillar
tiveram projetos e números expressivos para divulgar aos visitantes. A Sotreq acaba de investir cerca
de R$ 20 milhões na construção de sua nova filial,
em Macaé (RJ). Com 25 mil m2, localizada nas proximidades do Terminal Cabiúnas (Tecab) da Petrobras, a nova sucursal dará suporte às operações de
petróleo e offshore.
“A Sotreq fez este investimento para criar mais um
diferencial que poucas empresas têm em sua proposta de valor. Na nova filial Macaé, há instalações de
escritórios, oficinas, um estoque maior de peças, área
para receber o cliente e um centro de treinamento
World Class. Lá, vamos formar e reforçar nossa mão
de obra e também atender as demandas por treinamento dos nossos clientes. Assim, não será mais necessário viajar para o exterior em busca de treinamentos”, esclarece Filipe Lopes, Gerente da unidade
de Petróleo e Marítimo da Sotreq.
Outro projeto bastante comentado foi a entrega dos grupos geradores de média rotação que irão
equipar as sondas de perfuração para águas ultra-
Fotos: marcio oliveira
Com layout moderno, o estande convidava
os participantes a interagirem
Por entender a importância da Rio Oil & Gas no
calendário mundial, a Sotreq é expositora da feira
desde a sua primeira edição. Fazer parte desse evento até hoje é uma maneira estratégica de reforçar
o compromisso com o segmento. “Depois da descoberta do pré-sal, o Brasil se tornou um mercado
forte no âmbito internacional. Estamos na mira das
grandes companhias do mundo. Por isso, esse evento se tornou ainda mais importante e passou a fazer parte do calendário das grandes empresas internacionais”, constata Gustavo Sepúlveda, Diretor de
Power Systems da Sotreq, englobando as áreas de
Energia e de Petróleo e Marítimo da empresa.
Carl Orberg,
Presidente do
Grupo Sotreq
Reese Jones, Rafael Souza,
Eduardo Cunha, Filipe Lopes e Scott Young
-profundas. As sondas serão construídas no Brasil,
via contrato feito pela Sete Brasil junto a diversos
estaleiros, que as afretará para a Petrobras a fim de
explorar a camada do pré-sal brasileiro.
Os primeiros lotes de grupos geradores já foram
entregues aos estaleiros contratantes e são compostos por grupos geradores Cat® 16CM32, com
potência unitária de 7.370ekW @ 720RPM, e grupos geradores C280-16, com potência unitária de
4.840ekW @ 900RPM. Esses equipamentos serão
aplicados como o sistema de geração principal de
seis navios-sondas e de seis sondas de perfuração
do tipo semissubmersíveis, e estão atendendo rigorosamente as obrigações contratuais de prazo e os
níveis de conteúdo locais acordados, com montagem e os testes finais sendo realizados na fábrica
de Piracicaba, no interior de São Paulo. As entregas
restantes estão previstas para ocorrer até 2019, totalizando a instalação de 36 grupos geradores modelo 16CM32 e 48 grupos geradores modelo C280-16.
Ainda durante a feira foi anunciada a entrega do
centésimo grupo gerador offshore com conteúdo na-
cional, produzido na fábrica de Piracicaba. O Cat®
3512 de propulsão diesel-elétrica foi montado, testado e certificado dentro dos padrões da ANP. “Oferecemos produtos inovadores, soluções valiosas e
preços viáveis, a fim de fortalecer a reputação da empresa e cumprir obrigações contratuais, como o prazo de entrega”, afirma Jones.
Por meio de investimento contínuo em pessoas,
em ferramentas e em novas estruturas de atendimento, somados a um portfólio de produtos e de
serviços cada vez mais amplo, a unidade de Petróleo
e Marítimo da Sotreq cresceu 300% desde 2009.
“Apresentamos na Rio Oil & Gas 2014 a mais ampla linha de motores e grupos geradores disponíveis
para os diversos segmentos da indústria Naval e de
Óleo e Gás. Isso, somado à qualidade, à confiança,
à robustez e ao peso da marca Caterpillar, que tem a
Sotreq à frente das negociações durante a venda e na
aplicação dos produtos, além de fornecer o suporte em peças e serviços para nossos clientes”, conclui
Sepúlveda, que já confirmou presença na próxima
edição do evento.
REVISTA ELO
45
Responsabilidade Social
ocearch
tubarões
à vista
Primeira expedição da Ocearch em águas brasileiras
foi realizada em navio-laboratório com equipamentos
Cat® e contou com o apoio de várias áreas da Sotreq
Por Camilla Chevitarese
Q
uando era jovem, o norte-americano Chris Fischer gostava de pescar
ao lado do pai. O que ele não imaginava era que, anos mais tarde, seria o responsável por fundar a Ocearch, primeira organização global
voltada para monitorar tubarões ao redor do mundo. A 20ª expedição do projeto teve um gosto especial para os brasileiros, pois foi realizada nas regiões
em que há a presença dos animais: Recife (PE), Natal (RN), Aracaju (SE) e
Fernando de Noronha, arquipélago que pertence ao Estado de Pernambuco.
Fotos: ocearch/ r. snow/ divulgação
Conhecido na comunidade internacional de pesquisa de tubarões e professor na Universidade
Federal de Pernambuco (UFPE), Fábio Hazin teve a
ideia de realizar um trabalho de pesquisa no Brasil
e entrou em contato com a Ocearch, que também
se interessou pela proposta. O projeto demorou um
ano e meio para sair do papel. “Além da aprovação
da Cat®, nossa patrocinadora global, precisamos da
autorização de órgãos como o IBAMA e a Marinha
do Brasil”, explica Fernanda Ubatuba, Chefe de
Operações da Ocearch.
Realizada entre os meses de julho e de agosto, a
expedição levou pesquisadores brasileiros de diversas áreas para fazer uma identificação completa dos
animais. Depois de serem encontrados, os tubarões
passaram por uma série de estudos como marcação,
sangue e genética.
Segundo Renato Sanchez, Consultor de Assuntos
Corporativos da Caterpillar, essa expedição foi muito importante, pois forneceu novas informações para
o desenvolvimento de políticas para proteger não
apenas os tubarões, mas a vida marinha em geral.
“Temos como meta apoiar projetos que façam a diferença e a Ocearch é um desses casos. Ficamos orgulhosos em participar do evento”, destaca.
Trabalho em equipe
A Ocearch conta com um navio-laboratório de
37 metros (ou 126 pés) capaz de abrigar os tubarões
por cerca de 15 minutos, enquanto os estudos são
feitos. Ele é equipado com dois motores de propulsão Cat® 3412 e três grupos geradores, sendo dois
Cat® 6.4 e um 6.6. Os motores possuem grande durabilidade e fornecem a confiabilidade que a Ocearch
precisa em suas operações em alto-mar.
Além da assistência, da manutenção e do suporte dos equipamentos, a Sotreq levou clientes a bordo para conhecerem o navio. “A expedição só foi um
sucesso porque a Sotreq foi extremamente profissional e vestiu a camisa do projeto”, comenta Ubatuba.
Já o Instituto Social Sotreq (ISSO) atuou na identificação de escolas públicas para promover palestras e
debates. “Ter contribuído com a realização das ações
nas escolas foi uma imensa satisfação em função da
oportunidade que os alunos tiveram de conhecer a
Ocearch e de despertar para a importância da preservação para o equilíbrio nos oceanos”, comenta
Pesquisadores de várias áreas participaram
da busca e da identificação dos animais
Rosa Cristina, Analista em Responsabilidade Social
do ISSO. A escolha das instituições de ensino levou
em conta a proximidade geográfica com os locais utilizados como base pela Ocearch e a tradição pesqueira. Além de estudantes e de professores, representantes de organizações e de colônia de pescadores foram
chamados para participar das ações.
Alguns alunos foram convidados para conhecer a
embarcação e o trabalho dos pesquisadores de perto. Em Fernando de Noronha, mais de 200 alunos da
única escola pública da ilha foram levados a bordo e
se encantaram com o projeto. O convite também se
estendeu para autoridades, entre eles, o administrador da ilha de Fernando de Noronha.
Houve ainda um concurso interno na Sotreq para
escolher o nome de dois dos seis tubarões encontrados em território brasileiro. Os campeões foram Lampião e Maria Bonita. “A Sotreq tem um valor em comum com a Ocearch, que é deixar um legado. Com
a ajuda dos profissionais envolvidos, conseguimos
plantar uma semente para as próximas gerações”, conclui Ubatuba.
REVISTA ELO
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Responsabilidade Social
projeto
um novo mundo
em construção
caterpillar E sotreq viabilizam o projeto Plataforma Cultural
E
m seu 60º ano de atuação no Brasil, a
Caterpillar está reforçando os laços com a
Sotreq na área de responsabilidade social.
Juntas, as empresas financiam o projeto Plataforma
Cultural “Um novo mundo em construção”, desenvolvido pela Editora Horizonte. O projeto, viabilizado pela Lei Rouanet de Incentivo à Cultura, consiste
na distribuição de material educativo e cultural nas
escolas de São Paulo, do Rio de Janeiro e da Bahia e
na formação de professores e alunos sobre os temas
infraestrutura e sustentabilidade. Entre julho, agosto e setembro de 2014, seis oficinas foram realizadas com docentes para apresentar os kits escolares,
compostos por seis exemplares da revista Horizonte
Geográfico, um caderno de atividades e dois pôsteres. O material é destinado aos alunos de escolas de Salvador (BA), Maceió (AL), Campo Grande
(MS), Porto Alegre (RS) e São Paulo (SP) nos municípios de Piracicaba, Rio das Pedras, Santa Bárbara
d'Oeste, Limeira, São Pedro, Rio Claro, Araras, Leme
e Pirassununga; e Rio de Janeiro (RJ) nos municípios
de Macaé, Rio das Ostras e Cabo Frio.
A iniciativa alcança, direta ou indiretamente,
mais de 431.000 alunos do 6º ao 9º ano do Ensino
Fundamental 2. No Rio de Janeiro, 46 instituições
de ensino e, aproximadamente, 11 mil estudantes
©1
48
REVISTA ELO
das escolas do município de Macaé, de Cabo Frio
e de Rio das Ostras serão beneficiados pelo projeto, que conta com o apoio das Secretarias Estaduais
e Municipais de Educação. A apresentação final dos
trabalhos realizados em sala de aula está marcada
para outubro e novembro.
“Os temas, escolhidos pela Caterpillar e pela Sotreq,
são corriqueiros para as empresas: infraestrutura e
sustentabilidade”, explica a responsável pela logística
do projeto, Aline Lima, do Instituto Social da Sotreq
(ISSO). “O material traz informações e propostas de
atividades para que as palavras planejamento urbano e mobilidade entrem cada vez mais no dia a dia
escolar”, acrescenta a Coordenadora de Projetos da
Editora Horizonte, Rosi Barreto.
Ao mesmo tempo em que reafirma os compromissos da Caterpillar e do Grupo Sotreq com a sociedade, a iniciativa faz parte de uma estratégia de aproximação das unidades de negócio da fabricante e do
revendedor. “Estamos num processo de alinhamento das unidades”, revela Monica Salles, Consultora da
Caterpillar. “Vamos unir esforços em investimentos
nas leis de incentivo, trocar mais experiências entre
nossas equipes e assim aumentar as possibilidades de
iniciativas sociais”, completa.
“Já fazia alguns anos que a Editora Horizonte estava procurando a Caterpillar para patrocinar o projeto
Plataforma Cultural”, lembra Monica. “A oportunidade surgiu no fim do ano passado e logo convidamos a
Sotreq para participar”, enfatiza.
Para a Gerente de Responsabilidade Social da Sotreq,
Raquel Marques, a aproximação com a Caterpillar faz
melhorar a atuação social das empresas nas regiões
em que o projeto é executado. “A experiência dos
profissionais e o conhecimento das equipes convergem em prol da sociedade”, diz. Neste ano, a fabricante está promovendo dez iniciativas por meio da
Lei Rouanet, enquanto o revendedor conta com cinco ações financiadas por leis de incentivo fiscal, sendo o Plataforma Cultural executado em parceria.
Foto: ©1 divulgação, ©2 marinheiro manso
Por Bruno Cirillo
Pavimentação
Crescimento
ascendente
Com a renovação do modelo de negócios
da Engefor e a consolidação da Multifor,
Adalberto Moreira amplia a frota
e impulsiona o lucro
Por Bruno Cirillo
©2
E
m 2001, o engenheiro Adalberto Moreira
fundou a Engefor ao lado do pai, Alípio
Moreira. Cinco anos mais tarde, passaram
a alugar equipamentos com a criação da Rentalfor.
No ano seguinte, o filho decidiu continuar sozinho: assumiu a Engefor, investiu na frota e viu o
faturamento crescer dez vezes até 2014.
A Engefor possui trinta equipamentos em sua frota e está localizada no bairro de São Mateus, em São
Paulo. As máquinas são destinadas à locação e quando há obras, elas acabam por absorver parte desses
equipamentos. Ele conta que o pai, que ficou com a
Rentalfor, preferiu manter seu antigo modelo de negócios. “Hoje, somos parceiros: quando não tenho máquinas para realizar um serviço, ele cede algumas, e
vice-versa. Nossa garagem é no mesmo endereço”, diz.
Responsável pela venda dos equipamentos aos empresários, a Representante de Vendas da Sotreq,
Edilene Santana elogiou a postura de Adalberto:
“Jovem, qualificado e dedicado, Adalberto queria mudar e ampliar a empresa e realmente conseguiu”.
Frota renovada
Composta por retroescavadeira, escavadeira hidráulica e rolos compactadores Cat®, a frota da Engefor tem
capacidade para pavimentar 5 mil m² e terraplenar 1,5
mil m3 por dia, dependendo da atividade. Seus cami-
nhões, suas escavadeiras e seus compactadores são
empregados em obras importantes, como a da nova
unidade da Drogaria São Paulo, em Osasco (SP), local onde a empresa está realizando 38 mil m² de pavimentação e 20 mil m3 de terraplenagem. Já a Multifor,
criada em 2010 por Adalberto, oferece a locação dos
equipamentos do empresário, que atende a 30 clientes nesse segmento.
A ampliação da frota é uma das prioridades. Foram
27 equipamentos nos últimos sete anos – um avanço
para quem trabalhava com apenas uma unidade em
2007 e que foi ter a sua primeira Cat® nova, um rolo
Cat® CS 423E, somente em 2008. “Durante quase dez
anos, o meu pai e eu fizemos um grande esforço só
com uma máquina em operação para aluguel”, lembra Adalberto. “Com o crescimento da construção civil, acreditamos na economia brasileira e investimos
na ampliação da frota”, acrescenta o empreendedor.
A nova aquisição da Engefor foi o rolo compactador de solo vibratório Cat® CP54B, com largura de 2,3
metros e velocidade de 11 km/h, capaz de compactar
cerca de 2 mil m3, dependendo da área de operação.
“A capacidade, a tecnologia e o rendimento são excepcionais”, diz Adalberto. “A relação de amizade, de
cordialidade e de confiança com a Sotreq facilita essas
escolhas. A Edilene, além de uma parceira comercial,
é uma grande apoiadora”, comenta.
REVISTA ELO
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Bate-bola
Logística pelo mundo
atuar em diferentes portos da Europa ajudou orestes brito a oferecer
o projeto do terminal de contêineres à Perfecta Projetos, a atual Helan
o
Consultor e Gerente Geral Orestes Maia
Brito passou alguns meses trabalhando na
Europa, antes de voltar ao Brasil e fazer da
Perfecta Projetos – atualmente chamada de Helan –
uma empresa de sucesso. Com 11 meses de operação,
a companhia especializada em soluções de logística já
movimentou mais de oito mil contêineres.
A Perfecta adquiriu os Big Trucks Hyster para otimizar os atendimentos dos contêineres (descarregamentos
e carregamentos). Uma delas foi a Reach Stacker Hyster,
modelo RS45-31CH, que tem capa­cidade de elevação de
45 toneladas na primei­ra fila e de 31 toneladas na segunda fila de contêineres. Outra é a Empty Container, modelo H18.00XM-12 EC, que pega apenas contêineres vazios
e tem capacidade de até 7 toneladas.
Com o aprendizado que trouxe da viagem ao exterior, Brito elaborou o processo seletivo. “Fomos bastante criteriosos e só contratamos operadores com larga
experiência. Hoje somos um verdadeiro time”, conta.
Revista Elo: Quando decidiu criar o terminal
de contêineres, a atual Helan?
Orestes Maia Brito: Era um sonho de 25 anos que
dividia com meus sócios Thiago Santos Santana e Junio
Cesar Rodrigues da Silva. Nosso objetivo era oferecer soluções de logística eficientes e viáveis. Apresen-
Orestes Brito
destaca a
rapidez e a
praticidade
dos Big Trucks
Hyster
50
REVISTA ELO
tamos o projeto ao Antônio Araujo, dono da Perfecta
Projetos. Ele aceitou e, com a nossa expertise, fizemos
a prospecção de clientes e o modelo de operações.
RE: Como foi a experiência na Europa?
OMB: Aprendi processos diferentes dos praticados
no Brasil, observando os equipamentos e o modo de
atuação, até porque quanto mais você souber, melhor.
Lá eles buscam saber cada vez mais sobre os processos
como um todo. Na parte da gestão fazem uma rotatividade para saber na prática como são realizadas as tarefas (job rotation). Hoje, também implantamos essa metodologia no terminal.
RE: Por que tomaram a decisão de adquirir os
Big Trucks Hyster?
OMB: Adquirimos os Big Trucks Hyster para otimizar os carregamentos e os descarregamentos dos contêineres. Mesmo não sendo o operador do equipamento, acompanhei de perto o treinamento da equipe.
RE: Quais os principais cuidados durante a
operação com esse equipamento?
OMB: Os Big Trucks Hyster têm características diferentes dos outros equipamentos de sua atividade,
apresentando vários benefícios aos operadores de Big
Trucks. É preciso ter cuidado com elevações, descidas
e ângulos, pois o contêiner vazio de 40’ pesa em torno
de quatro toneladas, mas quando está cheio pode chegar até 32 toneladas, podendo ser elevado na 5ª altura
das pilhas.
Foto: marinheiro manso
Por thayna santos
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